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Homem denuncia que teve casa invadida e foi espancado por PMs em GO

Integrante de organização em apoio à população em situação de rua em GO foi ferido nos braços, peito e mãos; ele diz que PMs foram autores

atualizado

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Arquivo pessoal
Lider movimento agressao pm goias goiania
1 de 1 Lider movimento agressao pm goias goiania - Foto: Arquivo pessoal

Goiânia – O integrante da coordenação do Movimento Nacional da População em Situação de Rua em Goiás (MPNPRGO), Denizar de Oliveira, de 33 anos, denunciou que teve a casa invadida por policiais militares e foi espancado com um cabo de vassoura, na noite de 27 de setembro, em Goiânia.

De acordo com boletim de ocorrência, Denizar estava dormindo, quando acordou levando uma paulada de cabo de vassoura no braço. Ao abrir os olhos, viu que tinha oito policiais militares em seu quarto, uns com farda comum e outros com farda tática.

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Líder de movimento ficou com marcas de agressão
Defensor de pessoas em situação de rua diz que foi agredido com um cabo de vassoura
Um dos policiais teria dito que os PMs erraram o alvo do espancamento
Porta da casa da vítima teria sido invadida por policiais militares
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Porta da casa da vítima teria sido invadida por policiais militares

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Líder de movimento ficou com marcas de agressão
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Líder de movimento ficou com marcas de agressão

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Defensor de pessoas em situação de rua diz que foi agredido com um cabo de vassoura
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Defensor de pessoas em situação de rua diz que foi agredido com um cabo de vassoura

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Um dos policiais teria dito que os PMs erraram o alvo do espancamento
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Um dos policiais teria dito que os PMs erraram o alvo do espancamento

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Ainda segundo o boletim, quando a luz acendeu, um dos policiais teria dito: “Não é esse aí não”. Outro teria falado: “Deveria ter matado.”

Os policiais teriam deixado o local depois do espancamento. A vítima ainda informa no boletim, que os militares levaram uma carteira, com identidade e cartão de crédito, além de um celular.

Fora de controle

O Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduino e o MNPRGO emitiram uma nota de solidariedade ao integrante espancado. O movimento que a vítima faz parte compõe a coordenação de um comitê para monitoramento de políticas para população em situação de rua, criado pelo próprio estado de Goiás, em maio de 2017.

“A Polícia Militar de Goiás está fora de controle, chegando a atingir até integrantes de entidades oficiais da própria estrutura do Estado”, denuncia a nota de solidariedade, que ainda pede investigação e punição dos culpados.

O Metrópoles entrou em contato com a PM e a Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSPGO), mas não houve retorno até a publicação desta matéria. A Polícia Civil informou que a SSPGO vai falar sobre o assunto.

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