Gonet define regras sobre uso da rede interna de comunicação no MPF
O texto instituiu uma nova lista obrigatória de e-mails para procuradores, que proíbe expressamente o envio de análises críticas
atualizado
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) definiu regras a serem seguidas por procuradores e assistentes de todo o país em troca de mensagens no novo sistema de correio eletrônico institucional do Ministério Público Federal (MPF).
O texto instituiu uma nova lista obrigatória de e-mails para procuradores, chamada “Rede Institucional”, que proíbe expressamente o envio de análises críticas e propostas alternativas sobre atos do órgão. Anteriormente, os servidores usavam a “Rede Membros”, cujo participação era facultativa.
A portaria é assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand.
“As comunicações veiculadas na Rede Institucional destinam-se exclusivamente aos seus integrantes e às unidades institucionais e administrativas do MPF”, diz a portaria.
Texto proíbe que a lista seja usada para envio de “análises críticas ou de propostas alternativas”. Caberá à Corregedoria do MPF acompanhar e monitorar eventuais descumprimentos.
O Metrópoles entrou em contato com a assessoria do MPF/PGR, mas até o fechamento da reportagem não obteve retorno. O espaço segue aberto.
