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Brasil

Gonet define regras sobre uso da rede interna de comunicação no MPF

O texto instituiu uma nova lista obrigatória de e-mails para procuradores, que proíbe expressamente o envio de análises críticas

06/05/2026 18:24, atualizado 06/05/2026 19:09
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José Cruz/Agência Brasil
Imagem mostra sede nacional do MPF, procuradoria-geral da república - Metrópoles

A Procuradoria-Geral da República (PGR) definiu regras a serem seguidas por procuradores e assistentes de todo o país em troca de mensagens no novo sistema de correio eletrônico institucional do Ministério Público Federal (MPF).

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O texto instituiu uma nova lista obrigatória de e-mails para procuradores, chamada “Rede Institucional”, que proíbe expressamente o envio de análises críticas e propostas alternativas sobre atos do órgão. Anteriormente, os servidores usavam a “Rede Membros”, cuja participação era facultativa.

A portaria é assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand.

“As comunicações veiculadas na Rede Institucional destinam-se exclusivamente aos seus integrantes e às unidades institucionais e administrativas do MPF”, diz a portaria.

Texto proíbe que a lista seja usada para envio de “análises críticas ou de propostas alternativas”. Caberá à Corregedoria do MPF acompanhar e monitorar eventuais descumprimentos.

O Metrópoles entrou em contato com a assessoria do MPF/PGR, mas até o fechamento da reportagem não obteve retorno. O espaço segue aberto.