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Brasil

Master: defesa de Vorcaro entrega proposta de delação à PF e PGR

PGR e Polícia Federal analisam, agora, todo o conteúdo entregue pelos advogados de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

, 06/05/2026 09:47, atualizado 06/05/2026 13:41
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Reprodução
Master: defesa de Vorcaro entrega proposta de delação à PF e PGR

A defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, finalizou proposta de delação premiada e entregou, nessa terça-feira (5/5), à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal.

Os órgãos analisam, agora, os anexos entregues pelos advogados de Vorcaro. Na semana passada, o Metrópoles, na coluna Igor Gadelha, noticiou que o dono do Master pretendia finalizar a proposta de delação até o início de maio, o que se confirmou agora.

Segundo a lei, o delator deve fornecer provas substanciais das declarações, como documentos, vídeos, fotos, gravações e outros materiais que possam corroborar as declarações dele. Esta é a primeira vez no país que as duas instituições vão dividir uma colaboração.

O dono do Master está preso preventivamente desde 4 de março. A prisão ocorreu no âmbito da terceira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga a venda de carteiras de créditos fraudulentas ao Banco de Brasília (BRB).

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Daniel Vorcaro
Vorcaro foi transferido para Superintendência da PF em Brasília
Paulo Henrique e Daniel Vorcaro
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Paulo Henrique e Daniel Vorcaro

Arte/Metrópoles
Daniel Vorcaro
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Daniel Vorcaro

Arte sobre foto de divulgação
Vorcaro foi transferido para Superintendência da PF em Brasília
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Vorcaro foi transferido para Superintendência da PF em Brasília

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Em outra ponta, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, preso desde 16 de abril, também corre contra o tempo para finalizar proposta de delação premiada.

Em 28 de abril, ele encaminhou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), o interesse em firmar acordo de delação no caso, além do pedido de transferência do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para acelerar as conversas com os advogados responsáveis.

O executivo foi preso acusado de receber R$ 146 milhões de propina para favorecer interesses do Banco Master em negócios com o BRB.

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