“Fux honra a toga”, diz Flávio Bolsonaro sobre voto no STF

Bolsonaristas celebram voto de magistrado que abre divergência no julgamento por tentativa de golpe

atualizado

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Ministro Luiz Fux - Julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder - Metrópoles
1 de 1 Ministro Luiz Fux - Julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder - Metrópoles - Foto: <p>HUGO BARRETO/METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div> </p>

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, nesta quarta-feira (10/9), que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux “honra a toga” ao abrir divergência e apontar “cereceamento da defesa” durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros 7 réus por tentativa de golpe de Estado.

Em publicação nas redes sociais, o filho “01” de Bolsonaro se juntou aos aliados bolsonaristas que elogiaram o voto de Fux. O senador publicou parte do voto e citou um trecho do discurso: “A sociedade triunfa não só quando os culpados são condenados, mas também quando os julgamentos criminais são justos”.

Antes, ele havia pedido a anulação da ação penal diante do “cardápio de nulidades — inquestionáveis” do que chamou de “farsa conduzida por Alexandre de Moraes”.

Bolsonaro e outros 7 réus já haviam sido condenados pelos votos do ministro relator, Alexandre de Moraes, e pelo ministro Flávio Dino, sendo que este incluiu a atenuação nos casos de Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, Augusto Heleno, ex-chefe do GSI e Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin e atual deputado federal.

Fux, até o momento, discordou de ambos e votou pela absolvição da acusação de organização criminosa, deterioração ao patrimônio e pela inadmissibilidade da ação por estar sendo julgado no Supremo, instância que segundo o magistrado é inadequada.

Ainda falta votarem os ministros Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Com o placar de 2 x 0, Bolsonaro ainda precisaria de um voto para ser condenado pela maioria. Depois da condenação, a primeira turma do Supremo ainda precisa decidir sobre a pena, prevista para sexta-feira (12/9).

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