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Faraó dos Bitcoins é transferido para presídio onde está Dr. Jairinho

Diferente do ex-vereador acusado de matar Henry Borel, Glaidson Acácio dos Santos não tem ensino superior e foi para prisão especial

atualizado

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Glaidson Acácio dos Santos
1 de 1 Glaidson Acácio dos Santos - Foto: Reprodução

Rio de Janeiro – Alvo de uma ação da Polícia Federal, Glaidson Acácio dos Santos, o “Faraó dos Bitcoins”, novamente mudou de presídio no Rio de Janeiro. Preso desde agosto de 2021, o ex-garçom saiu da Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza e foi para a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, também chamada de Bangu 8, zona oeste.

O presídio é o mesmo onde está o ex-vereador Dr. Jairinho, que é acusado de matar o menino Henry Borel, de 4 anos, ao lado da então namorada e mãe da criança, Monique Medeiros. As informações são do jornal Extra.

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Mesmo sem ensino superior, o ex-garçom foi transferido para um presídio considerado especial, onde está o ex-vereador Dr. Jairinho, que é formado em medicina. 

Glaidson é dono da GAS Consultoria, empresa que fazia supostas transações com criptomoedas e prometia cerca de 10% de rendimentos por mês. Mesmo sendo empresário, ele não se enquadra nos critérios exigidos pelo presídio.

Para ingressar em Bangu 8, é preciso “apresentar documentação comprobatória de curso de nível superior, devidamente publicada em Diário Oficial”, de acordo com resolução que rege a distribuição de presos.

Presídio “famoso”

Além de Jairinho, o “Faraó dos Bitcoins” tem como vizinho o delegado Mauricio Demetrio, acusado de cobrar propinas de comerciantes. O ex-governador Sérgio Cabral e o ex-deputado federal Roberto Jefferson, entre outros nomes na política nacional, como alvos da Operação Lava-Jato, também já passaram pelo presídio.

O ex-garçom já tinha trocado a Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza por uma cela individual em Bangu 1, no presídio de segurança máxima no Complexo de Gericinó, no ano passado.

A transferência aconteceu depois que a Corregedoria da Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) encontrou picanha, linguiça e quatro celulares na cela.

O Metrópoles procurou a Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap), mas não teve retorno até a conclusão dessa reportagem.

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