Estoque de empregos formais no Brasil atinge 62 milhões no 1º semestre
Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) foram divulgados nesta quinta-feira (13/8) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

O Brasil registrou 62,8 milhões de vínculos formais ativos no primeiro semestre de 2026, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que contém resultados dos setores público e privado ao longo do ano.
Na comparação a janeiro de 2023, houve aumento de 10,1 milhões de empregos. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (13/8) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A divulgação contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do ministro do MTE, Luiz Marinho, e do ministro da Fazenda, Dario Durigan.
O incremento dos postos de trabalho representa aumento de 19,1% no período analisado. Do total de postos, 48,15 milhões são relativos a empregos com carteira assinada, um crescimento de 10,9% em comparação ao início de 2023 — cujo número era de 43,4 milhões.
Entre os agentes públicos, o número de vínculos passou de 9,25 milhões em 2023 para 14,31 milhões em 2026.
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O setor que registrou maior crescimento de novos vínculos é o de serviços, com a criação de 8,45 milhões de empregos — um aumento de 28,3%. Em três anos e meio, o número passou de 29,81 milhões para 38,26 milhões.
O setor de comércio registrou 10,53 milhões de vínculos no primeiro semestre de 2026, enquanto a indústria, gerou 9,15 milhões de empregos.
O conjunto das áreas de administração pública, educação, saúde e serviços sociais cresceu 42,1%, gerando 6,03 milhões de novos vínculos.
Os dados também apontam que o estoque de empregos entre mulheres cresceu 25%, passando de 23,34 milhões para 29,18 milhões — uma diferença de 5,36 milhões de novos vínculos em comparação ao início de 2023. Entre os homens, o aumento foi de 14,5% — de 23,34 milhões para 29,44 milhões.
A remuneração média passou de R$ 4.352,21 em maio de 2026 para R$ 4.389,49.



