Em live, Bolsonaro diz que votar em Manuela D’Ávila é o “fim da picada”

O presidente orientou os eleitores a analisarem os partidos dos candidatos na hora da escolha e voltou a falar sobre o guaraná Jesus

atualizado 29/10/2020 22:16

Reprodução

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), disse nesta quinta-feira (29/10), durante sua tradicional transmissão ao vivo semanal nas redes sociais, que o voto das eleições municipais é muito importante e que os partidos devem ser levados em consideração. O discurso foi usado para então aconselhar os eleitores de Porto Alegre a não votarem na candidata Manuela D’Ávila (PCdoB) para a Prefeitura de Porto Alegre (RS).

“Tem que analisar o partido das pessoas. Tem partido que prega ideologia de gênero, liberação de maconha, um montão de besteira”, começou o chefe do Executivo. Para ele, votar em Manuela é “o fim da picada”.

“Eu olho para Porto Alegre, tem uma candidata do PCdoB lá na frente. Veja o que esse partido defende. Os problemas que esse partido traz. O caminho certo é acreditar em um partido comunista? Isso é só a desgraça. Apelo a Porto Alegre: votar em candidata do PCdoB é o fim da picada”, falou.

A live contou com a presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Na ocasião, Bolsonaro serviu Guaraná Jesus a ela. Ele voltou a tocar no assunto após ter causado polêmica ao fazer uma visita ao Maranhão e fazer uma piada homofóbica.

“Esse é o tal que deu polêmica. Já fiquei logo desconfiado, porra. Mas eu tomei e confesso que eu não senti nada. Gostei, vou tomar mais”, declarou.

Ao visitar um bar no Maranhão, Bolsonaro tomou refrigerante e disse à pessoa que o estava servindo: “Agora eu virei boiola igual maranhense”.

Na transmissão, Bolsonaro voltou a criticar o governador do Maranhão, Flávio Dino, também do PCdoB, e, sem apresentar dados, disse que o estado nordestino é o segundo pior “em quase todos os índices”.

“Estive em um estado agora administrado pelo Partido Comunista do Brasil. Com todo respeito, é o segundo pior estado em quase todos os índices. São irmãos como nós, mas a administração do PCdoB ajuda a deteriorar esses números”, acusou. “O que mais me pediram no Maranhão foi que eu pudesse fazer para acabar com o comunismo lá”, disse Bolsonaro a respeito da viagem que fez ao estado nesta quinta-feira.

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