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Economia

Governo estuda pagar mais dois meses do auxílio emergencial de R$ 600

A renda básica emergencial é paga a trabalhadores autônomos que foram afetados pela pandemia do novo coronavírus

13/05/2020 10:49, atualizado 13/05/2020 10:55
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O Ministério da Economia estuda ampliar o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, previsto inicialmente para três meses.

Uma das alternativas, segundo fontes do jornal O Globo, é prorrogar o auxílio emergencial por dois meses. Outra possibilidade estudada é a criação de um novo programa de renda básica para ser implementado depois do pico da pandemia do novo coronavírus.

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Procurado pelo Metrópoles, o Ministério da Economia não negou a possibilidade de estender o pagamento do benefício. A pasta destacou que “projetos para a reativação da economia estão em estudo e serão divulgados no momento oportuno”.

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Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães
O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal
Sede da Caixa Econômica Federal, em Brasília
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Hugo Barreto/Metrópoles
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Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães
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Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães

Marcos Corrêa/PR
O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal
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O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal

Raimundo Sampaio/Esp. Metrópoles
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Sede da Caixa Econômica Federal, em Brasília

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Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães
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Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães

Raimundo Sampaio/Especial para o Metrópoles
“Essa crise trouxe, entretanto, uma oportunidade para avaliar a efetividade dos programas de transferência de renda e desenhar propostas de melhorias”, disse o Ministério, comandado pelo economista Paulo Guedes.

A pasta informou que o auxílio emergencial é uma medida de caráter temporário e que, portanto, não deve ser transformada em permanente “para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021, nem a trajetória sustentável da dívida pública”.