Durigan fala em justiça social e defende corte de benefícios fiscais

Novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta (20/3) que pretende conduzir a gestão da economia baseado na justiça social

atualizado

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Imagem colorida do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Carnevalli Durigan
1 de 1 Imagem colorida do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Carnevalli Durigan - Foto: Reprodução/Instagram

Em seu primeiro pronunciamento como ministro da Fazenda, nesta sexta-feira (20/3), Dario Durigan fez um aceno ao ex-ministro Fernando Haddad, dizendo que o petista foi o ministro “mais exitoso” à frente da pasta, e indicou que a gestão dele será movida pela justiça social e com posição favorável ao corte linear de benefícios fiscais aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado.

O novo ministro declarou que o estado tem um papel a cumprir, e a equipe econômica seguirá a missão de garantir o equilíbrio fiscal com eficiência do gasto público.

“Por isso, a importância desse ano a gente fazer o primeiro corte linear de alguns benefícios fiscais, exceto os constitucionais, conforme o Congresso aprovou no ano passado”, declarou.

Segundo Durigan, a prioridade da equipe econômica será a conexão entre os grandes resultados da macroeconomia, como Produto Interno Bruto (PIB), taxa de inflação e desemprego, com o resultado concreto na vida da população.

“A economia, ela faz sentido máximo quando a gente percebe os resultados na vida das pessoas, na vida das famílias brasileiras, na vida de quem trabalha, de quem colabora de fato e faz a economia brasileira crescer e ser forte. Esse é meu compromisso central”, disse ele.

Orçamento “melhor e mais forte” em 2027

Durigan afirmou que continuará a dar andamento nos projetos traçados por Haddad e destacou, além disso, que o orçamento que será entregue em abril deste ano para 2027, quando inicia uma nova gestão, “será melhor e mais forte” do que o recebido pelo governo Lula.

Isso, porque o governo define um ano antes o orçamento para o próximo ano. Em anos eleitorais, no entanto, não se sabe quem estará no governo do país quando a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) entrar em vigor.

No primeiro ano do governo Lula, a equipe econômica teve de lidar com o orçamento deixado pelo ex-ministro Paulo Guedes.

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