Veja quais deputados votaram contra a PEC do fim da escala 6×1
Texto recebeu 472 votos a favor ante 22 contrários no 1° turno e 461 a favor e 19 contra no 2° turno
atualizado
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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6X1 — seis dias trabalhados para um de descanso — foi aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27/5) em dois turnos. Foram 472 votos a favor ante 22 contrários no 1° turno e 461 a favor e 19 contra no segundo.
Quatorze deputados deixaram de votar em segundo turno, três deles tinham votado contra. São eles: Fausto Pinato (União Brasil-SP), Paulo Marinho Jr. (PL-MA) e Zé Trovão (PL-SC).
Veja quais deputados votaram contra em 1° turno:
- Adriana Ventura (Novo-SP);
- Bibo Nunes (PL-RS);
- Carlos Chiodini (MDB-SC).
- Caroline de Toni (PL-SC);
- Daniel Freitas (PL-SC);
- Daniela Reinehr (PL-SC);
- Fabio Schiochet (União Brasil-SC);
- Fausto Pinato (União Brasil-SP);
- Gilson Marques (Novo-SC);
- Julia Zanatta (PL-SC);
- Kim Kataguiri (Missão-SP);
- Lucas Redecker (PSD-RS);
- Marcel van Hattem (Novo-RS);
- Mauricio Marcon (PL-RS);
- Nicoletti (PL-RR);
- Paulo Marinho Jr. (PL-MA);
- Pezenti (MDB-SC);
- Ricardo Guidi (PL-SC);
- Ricardo Salles (Novo-SP);
- Rosangela Moro (PL-SP);
- Sérgio Turra (PP-RS); e
- Zé Trovão (PL-SC).
Veja quais deputados votaram contra em 2° turno:
- Adriana Ventura (Novo-SP);
- Bibo Nunes (PL-RS);
- Carlos Chiodini (MDB-SC).
- Caroline de Toni (PL-SC);
- Daniel Freitas (PL-SC);
- Daniela Reinehr (PL-SC);
- Fabio Schiochet (União Brasil-SC);
- Gilson Marques (Novo-SC);
- Julia Zanatta (PL-SC);
- Kim Kataguiri (Missão-SP);
- Lucas Redecker (PSD-RS);
- Marcel van Hattem (Novo-RS);
- Mauricio Marcon (PL-RS);
- Nicoletti (PL-RR);
- Pezenti (MDB-SC);
- Ricardo Guidi (PL-SC);
- Ricardo Salles (Novo-SP);
- Rosangela Moro (PL-SP);
- Sérgio Turra (PP-RS); e
Agora, o texto segue para a análise do Senado Federal, onde precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa Alta para ser validada e, dessa forma, seguir para a apreciação dos senadores.
A proposta reduz o atual teto constitucional de jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e institui dois dias de folga, sendo um deles preferencialmente aos domingos. Ao todo, serão 14 meses de transição: duas horas serão adotadas 60 dias após a promulgação e as outras duas um ano depois.












