Debate sobre fim da escala 6×1 começa na CCJ da Câmara nesta terça

Comissão tem audiência com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para debater proposta que acaba com esse tipo de jornada de trabalho

atualizado

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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Luiz Marinho fala com a imprensa após reunião com Lula. Brasí
1 de 1 Luiz Marinho fala com a imprensa após reunião com Lula. Brasí - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara realiza nesta terça-feira (10/3) a primeira audiência para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6 x 1, em que o funcionário trabalha seis dias e descansa um. O colegiado ouvirá, a partir das 14h, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que aparece na foto em destaque.

A audiência foi pedida em requerimento apresentado pelo deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), que presidiu a comissão em 2025.

Mais cedo, Marinho participará de uma reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na residência oficial da Casa, para tratar do projeto que regulamenta o trabalho por aplicativo no Brasil.


CCJ debate o fim da escala 6×1

  • A CCJ da Câmara realiza nesta terça-feira (9/3) a primeira audiência para debater a PEC que trata do fim da jornada de trabalho 6 × 1;
  • O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, será ouvido pelo colegiado a partir das 14h;
  • A proposta foi apresentada em 2024 pela deputada Erika Hilton (PSol-SP) e estava parada na Câmara até ser encaminhada à CCJ na semana passada;
  • A PEC tramitará com outra proposta, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), aliado do presidente Lula.

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fala ao Metrópoles sobre agenda da Casa e sobre as eleições de 2026
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à CCJ a PEC apresentada pela deputada Erika Hilton (PSol-SP)

O texto que impulsionou o debate foi uma PEC apresentada em 2024 pela deputada Erika Hilton (Psol-SP), que estava parada na Câmara desde então. Na semana passada, Motta encaminhou a proposta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Depois de meses parada, Motta anunciou em fevereiro que avançaria com o projeto.

A matéria vai tramitar em conjunto com uma PEC mais antiga, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), aliado do presidente Lula.

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Reginaldo Lopes (PT-MG)
Hugo Motta (Republicanos-PB)
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Deputada Erika Hilton (PSol-SP)

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Hugo Motta (Republicanos-PB)
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Paulo Azi (União Brasil-BA)
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Paulo Azi (União Brasil-BA)

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Uma PEC exige uma análise mais rigorosa. Após passar pela CCJ, o texto ainda precisa ser analisado por uma comissão especial. No plenário, deve ser aprovado em dois turnos na Câmara e no Senado, com quórum mínimo de três quintos dos parlamentares, o que corresponde a 308 deputados e 49 senadores.

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