CPMI do INSS: petista sugere tatuagem a Onyx Lorenzoni. Saiba qual. Vídeo

O momento inusitado ocorreu durante a sessão desta quinta-feira (6/11) da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito

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1 de 1 Foto colorida do deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR) - Metrópoles - Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi palco de um momento inusitado nesta quinta-feira (6/11). Durante a sessão, o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) sugeriu que o depoente, Onyx Lorenzoni, ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL), fizesse uma tatuagem.

O petista mostrou o desenho de uma serpente que engole o próprio corpo e afirmou que Lorenzoni deveria tatuar o bicho.

“A imprensa disse que você fez uma tatuagem no período em que você, como réu confesso, reconheceu o crime de caixa dois. A pergunta que tem pairado, ministro, é: qual tatuagem o senhor vai fazer agora? Eu trouxe aqui uma sugestão, não sei se o senhor conhece essa tatuagem é o Ouroboros, vem da Grécia, vem do Egito, é uma serpente engolindo o próprio corpo, isso traduz, ministro, o que o senhor está vivendo neste momento”, afirmou Zeca, e mostrou um papel com o desenho.

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Empresário e lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS
O lobista conhecido como Careca do INSS prestou depoimento a CPMI do INSS em setembro de 2025
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Zeca Diceru (PT-PR)
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O lobista conhecido como Careca do INSS prestou depoimento a CPMI do INSS em setembro de 2025
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O lobista conhecido como Careca do INSS prestou depoimento a CPMI do INSS em setembro de 2025

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O ex-ministro de Bolsonaro rebateu o parlamentar, dizendo que “a população brasileira sabe quem trabalha com honra, respeito ao dinheiro público e serviu ao povo brasileiro”, relembrando outros casos de corrupção.

O colegiado solicitou o depoimento de Lorenzoni após ficar comprovado que o filho dele, o advogado Pietro Lorenzoni, trabalhava para uma das entidades suspeitas pela farra dos descontos indevidos — a União Brasileira de Aposentados da Previdência (Unibap) — enquanto ele ainda era ministro, em 2021. Ele assumiria a Previdência em julho daquele ano.

Farra do INSS

O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023. Três meses depois, o portal mostrou que a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados havia disparado, chegando a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto as associações respondiam a milhares de processos por fraude nas filiações de segurados.

As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU). Ao todo, 38 matérias do portal foram listadas pela PF na representação que deu origem à Operação Sem Desconto, deflagrada no dia 23/4 e que culminou nas demissões do presidente do INSS e do ministro da Previdência, Carlos Lupi.

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