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Brasil

Com dívidas, rede de restaurantes Madero pode fechar em até um ano

Auditores apontam que, com o valor em caixa, rede não pode pagar dívidas até o prazo de vencimento sem financiamento

25/06/2021 10:40
Divulgação
Com dívidas, rede de restaurantes Madero pode fechar em até um ano

A rede de restaurantes Madero, comandada pelo chef e empresário Junior Durski, pode encerrar as atividades em breve. Segundo o jornal Valor Econômico, o grupo afirmou que não há garantias de que consiga honrar suas dívidas de curto prazo antes dos vencimentos.

Em nota, a rede afirma haver “dúvidas substanciais sobre a capacidade de continuidade operacional da companhia dentro de um ano”.

Dois estudos de auditores da rede feitos desde o início da pandemia, mostram que o dinheiro em caixa da empresa não é suficiente para pagar as dívidas de curto prazo na data do vencimento sem financiamento adicional.

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Rede conta com quase 100 restaurantes: faturamento de R$ 314 milhões no 1º semestre de 2017
Hambúrguer vegetariano do Madero
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A vantagem no novo empreendimento é a experiência – Junior Durski também comanda o Madero, rede de casual diner, conhecida pelos hambúrgueres, e o Madero Container
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A vantagem no novo empreendimento é a experiência – Junior Durski também comanda o Madero, rede de casual diner, conhecida pelos hambúrgueres, e o Madero Container

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Rede conta com quase 100 restaurantes: faturamento de R$ 314 milhões no 1º semestre de 2017
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Rede conta com quase 100 restaurantes: faturamento de R$ 314 milhões no 1º semestre de 2017

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Hambúrguer vegetariano do Madero
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Hambúrguer vegetariano do Madero

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Rubens Kato/Divulgação

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No início da pandemia, Junior Durski, apoiador assumido do presidente Jair Bolsonaro, publicou um vídeo nas redes sociais criticando as medidas adotadas pelo governo federal a respeito do avanço da pandemia do novo coronavírus. Sócio de Luciano Huck, Durski afirmou que a economia não deveria parar por conta da “morte de cinco ou sete mil pessoas”.

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“Estou preocupado com o Brasil, com a situação toda, com o pequeno empresário, o vendedor de pipoca, a pessoa que tem um mercadinho, um restaurantinho, um barzinho. Esse vai quebrar e não vai ter o que fazer. Estou preocupado com os 30 milhões que não terão emprego em 2021”, disse, em março de 2020.