Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Caso Kathlen: família presta depoimento em delegacia no Rio

Avó, mãe, pai e namorado de designer morta por bala perdida na zona norte carioca chegaram à divisão de homicídios

11/06/2021 11:18, atualizado 11/06/2021 11:57
Aline Massuca/ Metrópoles.
Caso Kathlen: família presta depoimento em delegacia no Rio

Rio de Janeiro – A família da designer Kathlen Abreu, de 24 anos, grávida de 4 meses e morta com um tiro de fuzil no tórax em tiroteio na zona norte carioca, chegou para prestar depoimento na Delegacia de Homicídios da Capital, zona oeste, na manhã desta sexta-feira (11/6).

Os parentes entraram em silêncio. Entre eles estava Sayonara Fátima, a avó, que estava ao lado de Kathlen no momento da ação policial na comunidade do Lins de Vasconcelos, na terça-feira (8/6).

Aline Massuca/ Metrópoles.
Mãe, pai, namorado e avó de Kathlen, jovem grávida que foi morta no Lins, chegam para prestar depoimento na Divisão de Homicídios
Aline Massuca/ Metrópoles.
Avó de kathlen, Sayonara Fátima, presenciou momento do tiro
Aline Massuca/ Metrópoles
Familiares de Kathlen chegaram à delegacia em silêncio e não comentaram o caso com a imprensa

Ela presenciou o momento em que a neta foi baleada numa suposta troca de tiros entre policiais militares e bandidos da região.

A mãe, Jaqueline Oliveira, o pai, Luciano Gonçalves, e o namorado, Marcelo Ramos, também estão na delegacia para depor sobre o caso.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Nove dos 12 policiais que participaram da operação já foram ouvidos pela equipe de investigação.

A polícia apreendeu 12 fuzis e 9 pistolas dos policiais que participaram da ação para saber se o tiro partiu de uma das armas.

O cabo Marcos Felipe da Silva Salviano admitiu ter disparado cinco vezes com seu fuzil em depoimento. Ele afirmou ainda que o cabo Friad atirou outras duas vezes também com um fuzil.

Integrante da Unidade de Polícia Pacificadora, Salviano alegou que atirou porque viu quatro criminosos armados – um deles estaria com um fuzil, na versão do policial.