Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Caso Daiane: DNA confirma que corpo encontrado é da corretora

O corpo da corretora Daiane Alves foi encontrado na quarta-feira (28/1) em uma área de mata, em Caldas Novas, 43 dias após o desaparecimento

03/02/2026 13:46, atualizado 03/02/2026 14:36
Compartilhar notícia
Reprodução/ Redes Sociais
Imagem colorida de Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas

Por meio do DNA extraído dos dentes, a Polícia Científica de Goiás (PCI-GO) confirmou, nesta terça-feira (3/2), que o corpo encontrado em uma área de mata de Caldas Novas (GO) é de Daiane Alves Souza. A corretora, de 43 anos, estava desaparecida há mais de 40 dias, e o corpo foi encontrado em estado avançado de decomposição, com uma bala alojada na cabeça.

O corpo  foi liberado para a família, que está organizando a documentação para a liberação do corpo no Instituto Médico Legal Aristoclides Teixeiras (IML), em Goiânia.

Caso Daiane: DNA confirma que corpo encontrado é da corretora - destaque galeria
9 imagens
Daiane Alves, no elevador
Daiane Alves Souza
Caso Daiane: DNA confirma que corpo encontrado é da corretora - imagem 4
Síndico Cleber Rosa, preso pelo assassinato da corretora Daiane Alves
Caso Daiane: DNA confirma que corpo encontrado é da corretora - imagem 6
Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
1 de 9

Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas

Reprodução/ Redes Sociais
Daiane Alves, no elevador
2 de 9

Daiane Alves, no elevador

Reprodução/Redes
Daiane Alves Souza
3 de 9

Daiane Alves Souza

Reprodução/Redes sociais
Caso Daiane: DNA confirma que corpo encontrado é da corretora - imagem 4
4 de 9

Divulgação
Síndico Cleber Rosa, preso pelo assassinato da corretora Daiane Alves
5 de 9

Síndico Cleber Rosa, preso pelo assassinato da corretora Daiane Alves

Caso Daiane: DNA confirma que corpo encontrado é da corretora - imagem 6
6 de 9

Maicon Douglas, filho do síndico Cleber Rosa
7 de 9

Maicon Douglas, filho do síndico Cleber Rosa

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
Síndico Cléber
8 de 9

Síndico Cléber

Reprodução/Redes
Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
9 de 9

Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas

Divulgação/ PCGO

O velório e sepultamento vão ocorrer em Uberlândia (MG), onde haverá uma homenagem organizada por familiares e amigos.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

O síndico Cléber Rosa de Oliveira confessou o crime e levou a polícia, na quarta-feira (28/1), até o local onde deixou o corpo de Daiane.

Em depoimento, ele afirmou que matou a corretora após uma discussão no subsolo do prédio. Cléber segue preso e é investigado por homicídio e ocultação de cadáver.

Histórico de conflitos entre corretora e síndico

Daiane atuava como corretora de imóveis e administrava seis apartamentos da família no condomínio onde residia havia cerca de dois anos. Desde 2024, ela e o síndico acumulavam conflitos e denúncias.

Ao longo desse período, a corretora moveu 12 processos judiciais contra Cleber. O síndico também foi denunciado pelo Ministério Público de Goiás por perseguição.

Entre fevereiro e outubro de 2025, novos episódios de desentendimento foram registrados. Segundo as investigações, nesse intervalo, ocorreram interrupções frequentes de serviços essenciais no apartamento da corretora, como água, energia elétrica, gás e internet.

Em um dos casos, Daiane teria ido ao escritório administrativo do prédio para questionar a situação, o que gerou confronto.

O dia do desaparecimento

O desaparecimento ocorreu em 17 de dezembroquando Daiane desceu ao subsolo do prédio para verificar a causa da queda de energia em seu apartamento. Imagens de câmeras de segurança mostram a corretora entrando no elevador, passando pela portaria e conversando com o recepcionista.

Em seguida, ela voltou ao elevador e desceu para o subsolo. Não há registros de imagens dela deixando o prédio ou retornando ao imóvel.

Antes de desaparecer, Daiane gravou um vídeo e enviou a uma amiga, mostrando o apartamento sem energia elétrica e o trajeto até o elevador.

A família relatou que a porta do imóvel havia sido deixada aberta, o que indicaria que ela pretendia voltar rapidamente. No entanto, quando os parentes chegaram ao local no dia seguinte, a porta estava trancada.