Síndico que matou corretora já foi preso por outro crime. Saiba qual

O síndico Cleber Rosa de Oliveira confessou o assassinato da corretora Daiane Alves Souza, que estava desaparecida desde dezembro

atualizado

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Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
Imagem colorida,síndico Cleber Rosa, apontado como autor do crime- Metrópoles
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A prisão do síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos, que confessou ter matado a corretora Daiane Alves Souza, de 43, em Caldas Novas (GO), não é a primeira passagem dele pela polícia. Em junho de 2022, Cleber foi preso em flagrante por adulterar a placa de um veículo, segundo informações do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).

De acordo com o registro da ocorrência, Cleber foi abordado pela Polícia Militar e confirmou ter colado fita isolante na placa do carro para evitar multas. Ele acabou detido e liberado após o pagamento de fiança no valor de R$ 1,2 mil. O processo relacionado a esse caso foi arquivado em maio de 2025.

Anos depois, Cleber voltou a ser preso, desta vez acusado de um crime mais grave. Ele confessou à Polícia Civil o assassinato da corretora Daiane Alves Souza, que estava desaparecida desde 17 de dezembro do ano passado. Foi o próprio síndico quem levou os policiais até uma área de mata onde o corpo da vítima havia sido deixado. O cadáver foi encontrado em estado avançado de decomposição.

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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
Síndico mostra à polícia onde o corpo foi escondido
Corretora foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025
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Corretora foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025

Reprodução
Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas

Reprodução/ Redes Sociais
Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas

Divulgação/ PCGO
Síndico mostra à polícia onde o corpo foi escondido
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Síndico mostra à polícia onde o corpo foi escondido

Reprodução/PCGO

Em depoimento, Cleber afirmou que matou Daiane após uma discussão no subsolo do prédio onde ambos estavam, no dia em que ela foi vista pela última vez. Ele disse que agiu sozinho e que, após o crime, colocou o corpo na carroceria de sua picape e deixou o condomínio.

A versão apresentada pelo síndico, no entanto, contradiz o primeiro depoimento dado à polícia. Inicialmente, ele afirmou que não havia saído do prédio naquela noite. Imagens de câmeras de segurança analisadas pelos investigadores mostram Cleber deixando o condomínio por volta das 20h do dia do desaparecimento, dirigindo a picape.

Desaparecimento de corretora

Daiane desapareceu depois de descer ao subsolo do edifício para verificar uma queda de energia em seu apartamento. Imagens de segurança registraram a corretora entrando no elevador e conversando com o porteiro sobre o problema. Em seguida, há um intervalo de cerca de dois minutos nas gravações, justamente quando ela retorna ao subsolo. Não há registros que mostrem a vítima saindo do prédio ou retornando ao apartamento.

Outro ponto considerado relevante pela investigação é que Daiane costumava gravar vídeos de seus deslocamentos e enviá-los a uma amiga. Um desses registros, feito no subsolo do prédio, nunca foi localizado.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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No dia do desaparecimento, a corretora vestia roupas simples, deixou a porta do apartamento destrancada e não levou pertences pessoais. Ela tinha uma viagem marcada para Uberlândia (MG) no período do Natal, mas não embarcou nem fez contato com familiares após aquela manhã.

Diante da ausência de informações e dos indícios reunidos ao longo das apurações, o caso passou a ser tratado como homicídio. As prisões ocorreram após depoimentos, análises técnicas e o cruzamento de dados realizados por uma força-tarefa da Polícia Civil.

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