Brasil tem superávit comercial de US$ 4,3 bilhões em janeiro
Houve aumento de 85,8% em relação ao mesmo período de 2025, que registrou saldo positivo de US$ 2,3 bilhões
atualizado
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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,3 bilhões em janeiro. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (5/2).
Houve aumento de 85,8% em relação ao mesmo período de 2025, que registrou saldo positivo de US$ 2,3 bilhões.
Em relação às importações, houve queda de 9,8% na comparação com o mesmo período de 2025, com US$ 20,8 bilhões em janeiro de 2026, frente aos US$ 23,1 bilhões no ano anterior.
Já sobre as exportações a queda foi de 1%, chegando a US$ 25,2 bilhões em 2026, ante os US$ 25,4 bilhões no mesmo período do ano passado.
A corrente de comércio, soma das importações e exportações, alcançou US$ 46 bilhões em janeiro, queda de 5,1% com relação a 2025 (US$ 48,5 bilhões).
Exportações para os Estados Unidos
As exportações para os Estados Unidos caíram 25,5% entre dezembro e janeiro. Os países vivem em um momento de tensão marcada pelo tarifaço imposto ao Brasil pelo presidente americano, Donald Trump.
Após negociação entre os países, alguns produtos tiveram a isenção das tarifas, mas as embarcações ainda não se recuperaram e continuam a ser afetadas.
Além disso, também houve queda de 6,2% nas exportações para a União Europeia, 24,5% para a Argentina, e 2,4% para o Canadá.
Destaques das exportações em janeiro:
Agropecuária: US$ 3,9 bilhões;
Indústria Extrativa : US$ 7,1 bilhões;
Indústria de transformação: US$ 14,1 bilhões.
Exportação por localidades em janeiro:
Ásia: US$ 10 bilhões;
América do Norte: US$ 3,4 bilhões;
América do Sul: US$ 2,8 bilhões;
Europa: US$ 5,1 bilhões.
Destaques das importações em janeiro:
Bens de capital: US$ 3 bilhões;
Bens intermediários: US$ 12,3 bilhões;
Bens de consumo: US$ 3,7 bilhões;
Combustíveis: US$ 1,9 bilhões.
Importações por localidades em janeiro:
Ásia: US$ 8,7 bilhões;
América do Norte: US$ 3,7 bilhões;
América do Sul: US$ 2,1 bilhões;
Europa: US$ 4,8 bilhões.
