Novembro começa com superávit de US$ 2,3 bilhões na balança comercial

Montante se refere à diferença entre exportações e importações nas duas primeiras semanas do mês

atualizado

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Paulo Fridman/Corbis via Getty Images
Imagem colorida de movimentação de cargas no Porto de Santos
1 de 1 Imagem colorida de movimentação de cargas no Porto de Santos - Foto: Paulo Fridman/Corbis via Getty Images

O Brasil acumula saldo positivo de US$ 2,3 bilhões na balança comercial no acumulado das duas primeiras semanas de novembro. No período, o país exportou US$ 14,3 bilhões e importou US$ 12 bilhões. Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDic) nesta segunda-feira (17/11).

O resultado específico da segunda semana de novembro foi um saldo positivo de US$ 0,5 bilhão. Nesse período, o Brasil exportou 6,5 bilhões e importou US$ 6 bilhões. Com isto, a corrente de comércio foi de  US$ 12,5 bilhões.

No ano, o Brasil também tem superávit. Conforme os dados oficiais, até a segunda semana deste mês o país registrou US$ 304,049 bilhões em exportações e US$ 249,373 bilhões em importações. Portanto, o saldo positivo é de US$ 54,677 bilhões.

O comparativo específico das duas primeiras semanas de novembro de 2025 com igual período de 2024 revela uma queda de 2,3% nas exportações. Por outro lado, as importações cresceram 8,3%.

O ministério também divulgou dados por setor. Do início do ano até a segunda semana de novembro, na comparação com igual período de 2024 houve crescimento de US$ 80,96 milhões (34,3%) em agropecuária; queda de US$ 109,46 milhões (27,4%) em indústria extrativa e redução de US$ 4,13 milhões (-0,5%) em produtos da indústria de transformação.

Exportações para China e Argentina se fortalecem

As exportações do Brasil para China e Argentina aumentaram diante das tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros, conforme dados divulgados pelo Ministério da Fazenda na última sexta-feira (14/11).

De agosto a outubro houve aumento conjutto de US$ 6,5 bilhões nas exportações para China e Argentina. Para o país asiático o comércio exterior teve aumento de 25,7%, enquanto para os vizinhos o porcentual foi de 22%.

Para a Argentina, o ministério destaca a exportação de automóveis, caminhões-trator, energia, veículos leves. Já no aumento das exportações para os chineses são destacados os seguintes itens: soja, carne bovina, petróleo, minério de ferro.

As exportações do Brasil para os Estados Unidos diminuíram em 37,9% no mês de outubro. A retração pode estar sob a influência das tarifas impostas, desde abril deste ano, aos itens produzidos no Brasil pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump.

A alíquota geral para os produtos nacionais que ingressam em solo norte-americano está em 40%. A tarifa era de 50%, mas os EUA retiraram parte da sobretaxa na última quinta-feira (13/11).

EUA e Brasil abriram um canal de negociação desde setembro e tentam chegar a um acordo para melhorar as relações comerciais entre os dois países.

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