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Brasil

Atos golpistas: Bolsonaro depõe à PF nesta quarta-feira (26/4)

Depoimento será o segundo do ex-presidente Jair Bolsonaro à Polícia Federal em menos de um mês em dois processos diferentes

25/04/2023 18:42, atualizado 25/04/2023 18:55
Valter Campanato / Agência Brasil
Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai depor, nesta quarta-feira (26/4), à Polícia Federal sobre os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. A oitiva está marcada para ocorrer na sede da PF, na Asa Norte, em Brasília (DF), às 9h.

Esta será a segunda vez que Bolsonaro depõe à PF em menos de um mês. Em 5 de abril, o mandatário foi à sede da corporação para explicar sobre as joias que ganhou de presente da Arábia Saudita. A oitiva durou 2h30.

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O depoimento desta quarta-feira foi marcado na última quinta-feira (20/5), após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro determinou que o ex-presidente preste depoimento no âmbito do Inquérito (INQ) nº 4921, aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Manifestantes invadem Congresso Nacional e destroem parte inferior do gramado, entrando em confronto com a polícia
Terroristas invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília
Cavalaria tenta impedir atos de vandalismo e invasão de manifestantes
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Manifestantes bolsonaristas invadem a Esplanada dos Ministérios e promovem atos de vandalismo e terrorismo em prédios públicos
Atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023
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Policiais agem contra invasores na frente do Congresso
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Centenas de pessoas acabaram presas nas manifestações
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Manifestantes depredaram prédios públicos na esperança de um golpe
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O pedido para que Bolsonaro seja ouvido no inquérito dos atos antidemocráticos foi apresentado pela PGR poucos dias depois dos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, mas não havia sido apreciado pelo ministro porque Bolsonaro estava fora do país desde 30 de dezembro.

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O ex-presidente virou um dos alvos do inquérito após compartilhar, em 10 de janeiro, publicação em que a regularidade das eleições era questionada. Apesar de ter apagado o post no mesmo dia, a PGR acusou o ex-presidente de incitar a perpetração de crimes contra o Estado de Direito ao propagar o vídeo.