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Brasil

A acusação que fez a mãe de Henry Borel chorar no banco dos réus

A professora Monique Medeiros participa da primeira audiência do julgamento do caso, que ocorre nesta quarta (6/10) no Rio

Adriana Cruz06/10/2021 14:51, atualizado 06/10/2021 19:48
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Aline Massuca/Metrópoles
A acusação que fez a mãe de Henry Borel chorar no banco dos réus

Rio de Janeiro – Mãe de Henry Borel, garoto morto aos 4 anos em março, a professora Monique Medeiros está no banco dos réus da primeira audiência do caso, que ocorre nesta quarta (6/10) no 2º Tribunal do Júri, no Rio.

Após algumas horas de julgamento, Monique começou a chorar após seu advogado, Hugo Novais, perguntar ao delegado Edson Henrique Damasceno – o primeiro a prestar depoimento e responsável pela investigação – qual foi a participação dela no crime.

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Monique Medeiros, no banco dos réus, assiste à sessão
Monique é acusada pela morte do filho, Henry
Juíza Elizabeth Machado Louro
Leonel Borel, pai de Henry
O delegado Edson Henrique Damasceno
Monique Medeiros chora no julgamento
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Monique Medeiros chora no julgamento

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Monique Medeiros, no banco dos réus, assiste à sessão
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Monique Medeiros, no banco dos réus, assiste à sessão

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Monique é acusada pela morte do filho, Henry
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Monique é acusada pela morte do filho, Henry

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Juíza Elizabeth Machado Louro
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Juíza Elizabeth Machado Louro

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Leonel Borel, pai de Henry
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Leonel Borel, pai de Henry

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O delegado Edson Henrique Damasceno
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O delegado Edson Henrique Damasceno

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“Está demonstrado que Jairo bateu nessa criança algumas vezes e que a Monique sabia dessa agressão, que mentiu na delegacia e mentiu no hospital”, respondeu Damasceno. Ela e o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, são acusados da morte do menino, que ocorreu em 8 de março.

O ex-político pediu para acompanhar a sessão por videoconferência no presídio Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Gericinó. Ele responde a outros dois casos de violência contra filhas de ex-companheiras.

O casal foi denunciado por tortura e homicídio triplamente qualificado com emprego de tortura pelo Ministério Público. Para o promotor Fábio Vieira, houve “sadismo” da parte de Jairinho e “interesse financeiro” por parte de Monique para o crime.

Pizza na delegacia

Nove dias após a morte de Henry Borel, Monique e Jairinho passaram mais de 12 horas na 16ª DP (Barra da Tijuca). Eles ficaram muito à vontade para falar sobre o pequeno. Na ocasião, pediram pizza e até fizeram brincadeiras.

Foi o que revelou o responsável pela investigação do caso, o delegado Edson Henrique Damasceno. “Monique se mostrou muita à vontade. Ela e Jairinho comeram pizza na delegacia. Jairo fez brincadeiras, como ‘minha minha mulher está na sala com três homens’”, relatou Damasceno.

Ainda na unidade, Monique também tirou uma selfie e postou nas redes sociais.

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