Metrópoles - O mais acessado do Brasil
Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Na delegacia, além de selfie, Monique comeu pizza e Jairinho fez piada

É o que diz o delegado Édson Henrique Damasceno, que investigou a morte do menino Henry Borel, em primeira audiência do caso na Justiça

Adriana Cruz06/10/2021 11:41, atualizado 06/10/2021 11:46
Metrópoles - O mais acessado do Brasil
Compartilhar notícia
Aline Massuca/Metrópoles
Na delegacia, além de selfie, Monique comeu pizza e Jairinho fez piada

Rio de Janeiro – Nove dias após a morte do menino Henry Borel, de 4 anos, a mãe do garoto, a professora Monique Medeiros, e o então padrasto, o ex-vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, passaram mais de 12 horas na 16ª DP (Barra da Tijuca).

Eles ficaram muito à vontade para falar sobre o pequeno, morto em 8 de março. Na ocasião, pediram pizza e até fizeram brincadeiras. Foi o que revelou o responsável pela investigação do caso, o delegado Edson Henrique Damasceno, que presta depoimento nesta (6/10), no 2º Tribunal do Júri, na primeira audiência sobre o caso.

Na delegacia, além de selfie, Monique comeu pizza e Jairinho fez piada - destaque galeria
6 imagens
Avó de Henry aparece sozinha no corredor
O delegado Edson Henrique Damasceno
A mãe de Henry participa de julgamento nesta quarta (6/10)
Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, no tribunal
Ruth Borges, tia do menino Henry, chega para o julgamento do caso
Leonel Borel, pai de Henry
1 de 6

Leonel Borel, pai de Henry

Aline Massuca/Metrópoles
Avó de Henry aparece sozinha no corredor
2 de 6

Avó de Henry aparece sozinha no corredor

Aline Massuca/Metrópoles
O delegado Edson Henrique Damasceno
3 de 6

O delegado Edson Henrique Damasceno

Aline Massuca/Metrópoles
A mãe de Henry participa de julgamento nesta quarta (6/10)
4 de 6

A mãe de Henry participa de julgamento nesta quarta (6/10)

Aline Massuca/Metrópoles
Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, no tribunal
5 de 6

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, no tribunal

Aline Massuca/Metrópoles
Ruth Borges, tia do menino Henry, chega para o julgamento do caso
6 de 6

Ruth Borges, tia do menino Henry, chega para o julgamento do caso

Aline Massuca/Metrópoles

“Monique se mostrou muita à vontade. Ela é Jairinho comeram pizza na delegacia. Jairo fez brincadeiras, como ‘minha minha mulher está na sala com três homens'”, relatou Damasceno. Ainda na unidade, Monique também tirou uma selfie e postou nas redes sociais.

Nesta quarta-feira (6/10), no banco dos réus, a mãe cuidou do visual para a sessão: trançou o cabelo e usou batom, mas abandonou as unhas compridas.

Jairinho pediu para acompanhar por videoconferência no presídio Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Gericinó. O ex-político responde a outros dois casos de violência contra filhas de ex-mulheres.

O casal foi denunciado por tortura e homicídio triplamente qualificado com emprego de tortura pelo Ministério Público. Para o promotor Fábio Vieira houve “sadismo” da parte de Jairinho e “interesse financeiro” por parte de Monique.

Bate-boca

O promotor Fábio Oliveira e o advogado de Monique, Thiago Minagé, protagonizaram um bate-boca. “Não vou aceitar firulas”, protestou Minagé, reclamando de frases do promotor como se Monique e Jairinho quisessem “jogar panos quentes”.

Em outro momento, a juíza Elizabeth Machado Louro foi enfática: “Isso aqui não é CPI”, afirmou a magistrada ao dirigir-se a Minagé. E acrescentou: “Isso aqui não vai virar circo”, alertou.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters