
Festa da posse de Lula será revista e poderá ser menor que o planejado
Calado estava, calado permanece Bolsonaro

Certo, certo, ainda não está. Mas o futuro ministro Flávio Dino, da Justiça, espera que até a próxima sexta-feira, dia 30, cheguem ao fim os acampamentos montados por bolsonaristas nos arredores de unidades militares país afora.
Foi o que alguns generais da ativa disseram que é possível, embora Bolsonaro nada tenha dito até agora. Desde que foi derrotado, só quebrou o silêncio para recomendar aos caminhoneiros que levantassem os bloqueios nas estradas. Aos poucos, foi atendido.
Pelo menos duas vezes, ordenou a abertura dos portões do Palácio da Alvorada para oferecer abrigo e comida aos bolsonaristas rebelados. Dali saíram depois os que tocaram fogo em ônibus e depredaram o prédio da Polícia Federal no centro de Brasília.
Bolsonaro não falou sobre a descoberta do plano terrorista para impedir a posse de Lula. Dino falou que a festa da posse no domingo será revista para aumentar as condições de segurança do presidente eleito e dos convidados estrangeiros e locais.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNão basta aumentar as condições de segurança, mas talvez repensar as dimensões da festa. Um grupo de 25 índios, ontem, rompeu as barreiras de segurança e ocupou a varanda do prédio do Supremo Tribunal Federal para protestar.
O que importa é garantir o ato de posse no Congresso.

