Relatório da CPI é eleitoreiro, classificam ministros do STF
As principais notícias da manhã desta terça-feira (14/4)
atualizado
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O pedido de indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, incluído no relatório final da CPI do Crime Organizado do Senado, foi classificado como político e eleitoreiro por alguns integrantes do Supremo. Para eles, o texto foi totalmente além do seu objeto e virou uma arma para tentar atingir o STF.
STF atrapalhou CPI. Ao justificar o indiciamento de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou, nesta terça-feira (14/4), que “ninguém está acima da lei”. O parlamentar é relator da CPI do Crime Organizado e apresentou o relatório que será votado pelos parlamentares nesta tarde.
Lula diz que Ramagem foi preso por estar condenado e tem que voltar ao Brasil para cumprir pena. “O Ramagem acho que vai vir para cá. A direita aqui no Brasil está dizendo que ele foi preso em uma multazinha. Não. Ele foi preso, já estava condenado a 16 anos nesse país. Ele foi um golpista que está condenado. Tem que voltar para o Brasil para cumprir sua pena”, declarou Lula
PF nos EUA. A prisão de Alexandre Ramagem ontem pelo ICE, foi o desfecho de um trabalho detalhado de monitoramento da Polícia Federal no exterior,. Um delegado da PF afirmou que asilo não protege condenado com decisão final; se negado, Ramagem entra em deportação.
Datafolha: 55% dizem acreditar que ministros do STF estão envolvidos no caso do Banco Master. Segundo pesquisa, 70% das pessoas tomaram conhecimento das suspeitas sobre o assunto. 4% acreditam que não há envolvimento de membros da corte, enquanto 10% dizem não saber.75% dizem que ministros do STF têm poder demais; para 71%, corte é essencial para democracia.
Ibaneis, Master e BRB. O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) disse, em junho de 2025, que a negociação de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB) estava “gerando mais desgaste do que deveria” e que não iria “suportar esse desgaste”. O desabafo foi registrado em mensagem enviada a Paulo Henrique Costa, então presidente do BRB. O diálogo está sob análise da Polícia Federal, segundo O Globo


