
Objeto difuso e rito no escuro: a sessão do STF que põe a corte à prova
Tribunal delibera sobre investigação de Moraes
15/09/2026 09:00

O plenário do Supremo Tribunal Federal chega ao dia de uma sessão inédita em seus mais de 130 anos de história sem clareza sequer sobre as regras do próprio rito.
Convocado por Edson Fachin para deliberar sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes no caso Banco Master, o tribunal tateia no escuro: não há previsão regimental para julgar um colega, a Procuradoria-Geral da República pediu a nulidade do procedimento e o objeto formal a ser votado permanece difuso.

