​O enredo golpista e a defesa de Bolsonaro no STF

Trajetória de Bolsonaro e 8/1 sob análise: a defesa no STF ignora o “plano de governo” golpista

atualizado

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Advogados de Bolsonaro, Celso Villardi deixam o STF após julgamento Metropoles 3
1 de 1 Advogados de Bolsonaro, Celso Villardi deixam o STF após julgamento Metropoles 3 - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

A trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro não nos permite a ilusão de que a tentativa de dominar o país utilizando-se do cargo ocorreu em um contexto para o qual foi “dragado”, como disse seu defensor no julgamento do STF.

Ao dissecar o início de seu mandato até hoje, em prisão domiciliar, é preciso muita criatividade, para não dizer má-fé, para deixar de ver que o próposito sempre foi a desestabilização institucional.

Ou seja, o confronto às instituições democráticas faz parte de um método premeditado para criar um ambiente de caos e assim justificar, por exemplo, uma intervenção militar. Esse foi, portanto, o “plano de governo” de Bolsonaro – explica o jornalista João Bosco Rabello.

A história de Bolsonaro é uma sequência de incitações à desordem que culminou no 8 de janeiro, e o julgamento do STF é a formalização da responsabilização do ex-presidente por essa tentativa.

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