Enquanto julgamento repercute, aumenta pressão pela anistia

As principais notícias desta manhã de quinta-feira (04/9)

atualizado

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Marcos Pereira e o governador Tarcísio de Freitas
1 de 1 Marcos Pereira e o governador Tarcísio de Freitas - Foto: Reprodução

Turnê de Tarcísio visa 2026. Tarcísio quer encerrar o assunto anistia este ano, assim não precisará defender o indulto a Bolsonaro durante  sua campanha presidencial, dizem aliados. Após visitar Brasília e conversar com Valdemar Costa Neto, Tarcísio se reuniu hoje com Silas Malafaia e o deputado Sóstenes Cavalcante em São Paulo. A estratégia de sua turnê é costurar apoios no centrão e afagar os bolsonaristas que o criticam.

Proposta de Alcolumbre tem apoio do STF. O presidente do Senado quer encontrar um meio termo que acabe com o imbróglio, e recebeu um aceno do STF para apresentar um proposta de redução das penas dos condenados do 8 de janeiro  – mas a ideia não beneficiaria Jair  Bolsonaro. Líderes do centrão já avisaram que ideia não chega ao plenário.

Apoio a Alcolumbre. Presidente da CCJ rejeita proposta “ampla e irrestrita”. Otto Alencar (PSD-BA) declara que o texto é inconstitucional, mas considera proposta alternativa do presidente da Casa Alta, Davi Alcolumbre

Luiz Inácio avisou. Presidente Lula afirma que luta contra a anistia dos golpistas ‘tem que ser feita’ pelo povo”, porque o caldo já entornou no Congresso.

Siga em frente governador. Para analistas entrevistados pelo O Globo, “Promessa de indulto a Bolsonaro é ‘sonho da esquerda’ para transferir rejeição a Tarcísio”.

Fux e a anistia. O bolsonarismo vai ter que caprichar nos elogios ao ministro Fux. Quando o STF derrubou o indulto concedido por Bolsonaro ao ex-deputado federal Daniel Silveira, Fux afirmou que crimes contra Estado Democrático de Direito não têm anistia.

Não é bem assim. Luís Roberto Barroso declarou há algumas semanas que a anistia antes de julgamento é “uma impossibilidade”, mas depois se torna “questão política”. Para não deixar dúvidas, declarou: Não defendi a ideia de anistia”, ao Globo

Julgamento de Bolsonaro: acusação e defesa disputam versões sobre minuta, delação e 8/1. Defesas miram minuta do golpe, delação de Mauro Cid e atos do 8 de Janeiro. Advogados também pediram absolvição e questionaram provas da PF

Não vem que não tem. Especialistas ouvidos pelo uol foram unânimes. A estratégia da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de que não se podem punir “atos preparatórios” não vai colar.  “As condutas atribuídas ao ex-presidente vão além da preparação e caracterizam a execução de uma tentativa de golpe de Estado”, diz a matéria. A reunião da minuta com os comandantes das Forças Armadas seria a prova disso. .

Cuspindo marimbondos. Defesa do general Paulo Sérgio rifa Bolsonaro, coloca ex-presidente no centro do golpe e enfurece aliados. Teoria é de que o general demoveu Bolsonaro de tomar “medidas de exceção”. Ministros do Supremo também se surpreenderam com a contundência do discurso (G1)

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