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Condenado a 19 anos de prisão e multa de R$ 7,35 milhões nesta quinta-feira (13/10), o ex-senador Gim Argello vai continuar no Complexo Médico Penal, no Paraná, junto aos outros presos na Operação Lava Jato.

Após a condenação, o juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, determinou a manutenção da prisão preventiva de Gim, mesmo durante as fases recursais. Caso fosse do interesse do condenado ser trazido a Brasília, onde ficaria mais perto da família, o advogado poderia fazer o pedido. Mas Marcelo Bessa, que defende o ex-senador, já disse que, no momento, a transferência não será solicitada.

Um acordo entre a força-tarefa da Lava Jato e a Secretaria de Segurança Pública do Paraná garantiu aos presos da operação que fiquem nesse complexo, considerado de melhor padrão que a média das prisões brasileiras.

Após a condenação na primeira instância, a defesa de Argello já afirmou que irá recorrer. Mas todo o processo vai correr, portanto, com o político brasiliense preso no Paraná.

 

 

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