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Dos nove réus denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por suspeita de cobrança de propina de empreiteiras investigadas na CPI do Senado, o juiz federal Sérgio Moro condenou quatro, entre eles, o ex-senador Gim Argello. Sobre os cinco absolvidos, o magistrado da 13ª Vara Federal de Curitiba afirmou que não há provas suficientes para a condenação criminal.

A decisão de Moro tem 126 páginas e foi divulgada nesta quinta-feira (13/10), seis meses após a deflagração da Operação Vitória de Pirro. Entre os absolvidos pelo juiz federal, estão o ex-secretário-geral da Câmara Legislativa Valério Neves, Jorge Afonso Argello Júnior, filho de Gim, e o lobista Paulo Roxo. Os outros são Roberto Zardi Ferreira, ex-diretor de Relações Institucionais da OAS, e o empresário Dilson de Cerqueira Paiva Filho. Confira abaixo:

Veja quem respondia à ação
Absolvidos:
Roberto Zardi Ferreira, ex-diretor de Relações Institucionais da OAS
Dilson de Cerqueira Paiva Filho, empresário
Paulo César Roxo Ramos, lobista
Valério Neves Campos, ex-secretário-geral da Câmara Legislativa do DF
Jorge Afonso Argello Júnior, filho de Gim Argello

Condenados:
Jorge Afonso Argello, ex-senador
Condenado a 19 anos de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e obstrução à investigação de organização criminosa

José Adelmário Pinheiro Filho, Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS
Condenado a oito anos e dois meses por corrupção ativa e lavagem de dinheiro

Ricardo Ribeiro Pessoa, empresário da UTC Engenharia
Condenado a 10 anos e seis meses de prisão por corrupção ativa e lavagem de dinheiro

Walmir Pinheiro Santana, ex-diretor financeiro da UTC Engenharia
Condenado a 9 anos, 8 meses e 20 dias de reclusão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e obstrução à investigação de organização criminosa

 

 

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