Mãe de vítima encarou Christa Pike durante tentativa de execução
May Martinez, mãe de Colleen Slemmer, desabafou sobre a execução malsucedida de Christa Pike, que matou sua filha em 1995

Uma declaração de May Martinez, mãe da vítima de Christa Pike, viralizou nas redes sociais nesta quinta-feira (1º/10). Ela foi uma das testemunhas da execução malsucedida da criminosa, que sobreviveu a duas injeções letais após passar quase 30 anos no corredor da morte, condenada pelo assassinato de Colleen Slemmer, em 1995.
May e seu marido, Raul, dirigiram por 11 horas até o Tennessee para assistir à execução da assassina na Penitenciária de Segurança Máxima de Riverbend.
“Fiquei em frente àquela janela e a observei com muita, muita atenção. Não tirei os olhos dela. Eu queria que ela se lembrasse de quem Colleen era e do que eles fizeram, e que nunca se esquecesse disso, não importa aonde ela vá”, disse May à People.
Caso de Christa Pike
O caso de Christa Pike ganhou repercussão mundial após a criminosa ter sobrevivido a duas injeções letais, recebidas na quarta-feira (30/9). Bill Lee, governador do Tennessee, suspendeu as execuções para investigar o que aconteceu.
No momento, a mulher, de 50 anos, passa por cuidados “para salvar sua vida” em um hospital e, segundo seus advogados, “não perdeu a consciência, ainda tem batimentos cardíacos e está roncando audivelmente”.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesUm médico contratado pela equipe jurídica da condenada afirmou que ela provavelmente sofreu uma lesão cerebral. Ela seria a primeira mulher executada no Tennessee em mais de 200 anos.
A mulher foi condenada à morte aos 18 anos após ela e o então namorado, Tadaryl Shipp, espancarem com um pedaço de concreto e matarem a facadas Colleen Slemmer, de 19, em uma área de mata em Knoxville, em 12 de janeiro de 1995. O assassinato foi motivado por ciúmes.
Shipp tinha 17 anos quando o crime ocorreu e recebeu pena de prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional. Pike foi condenada à morte e, posteriormente, diagnosticada com transtorno bipolar e transtorno de estresse pós-traumático.







