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Vida & Estilo

Você gasta muito mais do que ganha? Pode ser dismorfia financeira; entenda

Dismorfia financeira é um termo que descreve a visão distorcida das próprias finanças. Veja sinais, causas e como enfrentar a questão

27/10/2026 18:49
Magnific
Dismorfia financeira

Conhecido como dismorfia financeira, existe um fenômeno caracterizado por uma percepção distorcida da própria realidade econômica. De um lado, pessoas com as contas em dia e reserva financeira sólida acreditam que não têm dinheiro suficiente; de outro, indivíduos em situação vulnerável encaram suas finanças como muito mais confortáveis do que realmente são.

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Embora não seja um diagnóstico reconhecido pela medicina, o termo trata de um sentimento comum para muita gente.

Os “sintomas”

MagnificImagem preto e branco de pessoa com carteira vazia - Metrópoles
O dinheiro é parte central na vida de muitas pessoas

Alguns sinais podem indicar que alguém pode estar vivendo uma situação de dismorfia financeira. Veja:

Pessoas que enxergam algo melhor do que é

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  • Comparar as próprias finanças às de outras pessoas.
  • Ostentar nas redes sociais com intenção de passar uma impressão positiva, mas não falar sobre o tema no convívio social.
  • Não consultar saldos bancários ou faturas.

Pessoas que sempre acham que têm pouco dinheiro

  • Culpa ou ansiedade ao comprar itens necessários.
  • Evitar todo tipo de lazer ou evento social importante.
  • Receio de fazer planos a longo prazo.
MagnificMontagem colorida que mostra um celular ao centro com vários balões coloridos em volta - Metrópoles.
As redes sociais são tomadas por idealizações da “vida perfeita”

O que está por trás

Existe uma série de experiências que explicam por que a relação com o dinheiro pode ser turbulenta. Em muitos casos, a instabilidade financeira na infância, traumas e padrões sociais aprendidos impactam diretamente a forma como a pessoa gerencia suas finanças na vida adulta.

Em outras circunstâncias, a própria ansiedade generalizada gera uma preocupação excessiva e constante com pilares essenciais da vida — o que inclui, inevitavelmente, o aspecto financeiro.

MagnificFoto colorida de mulher em frente a um notebook, segurando um boleto, com calculadora do lado - Metrópoles.
A preocupação constante com as contas pode provocar ansiedade, tensão muscular e dificuldades de concentração

O que fazer

Em primeiro lugar, é importante entender o espaço que o dinheiro ocupa na própria vida. Depois, com base em fatos, analisar a própria situação financeira. Por último, a organização é indispensável: planilhas de gastos ajudam a entender as receitas, despesas, dívidas e até a construir reservas realistas.

Diante desse cenário, se a preocupação e sofrimento persistirem, é fundamental buscar ajuda psicológica.