Cenário de novela e área militar: conheça a Restinga da Marambaia

Praias preservadas, biodiversidade e acesso controlado marcam a Restinga da Marambaia, ilha no Rio de Janeiro

atualizado

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G. Poggio/Poder Naval
Restinga de Marambaia, área militar onde presidente Lula passará feriado
1 de 1 Restinga de Marambaia, área militar onde presidente Lula passará feriado - Foto: G. Poggio/Poder Naval

Alguns passeios podem oferecer uma imersão na natureza com toque culturais. Esse é o caso da Ilha da Marambaia, no Rio de Janeiro: uma área de preservação ambiental e militar com praias extensas e natureza exuberante, abrigando ruínas de senzalas e uma comunidade quilombola com tradições culturais.

A ilha, localizada no litoral fluminense, onde a Marinha tem uma base naval e onde funciona o Centro de Adestramento da Ilha de Marambaia (Cadim), costuma receber presidentes da república quando tiram férias, como Jair Bolsonaro e o presidente Lula.

Restinga de Marambaia, área militar onde presidente Lula passará feriado
Restinga de Marambaia, área militar

O destino é de posse da União, sendo administrado pelas Forças Armadas. Por essa razão, o acesso é restrito.

Localização

A Restinga de Marambaia faz parte do território de três cidades fluminenses: Rio de Janeiro, Itaguaí e Mangaratiba. Por estar localizada em área militar, a Marinha controla as incursões dos visitantes, garantindo a preservação ambiental e a segurança das pessoas, que podem explorar cenários naturais únicos.

Marambaia também conta com atrações históricas interessantes, como as Ruínas da Restinga da Marambaia, com vestígios sobre o passado local. A Ponta da Pombeba e a Praia do Sino estão entre atrações naturais mais estonteantes da região.

Restinga de Marambaia, área militar onde presidente Lula passará feriado
Restinga de Marambaia, área militar onde presidente Lula passou o fim de ano

Restinga de Marambaia, área militar onde presidente Lula passará feriado

Contexto histórico

A área também é um espaço de quilombo. Isso porque, no século 19, após a proibição do tráfico negreiro no Brasil, o local passou a ser utilizado como porto clandestino de desembarque de escravizados.

Em 1904, as terras foram adquiridas pela União e, dois anos depois, passou a ser utilizada pela Marinha. Em 1908, foi inaugurada na região a Escola de Aprendizes-Marinheiros.

Em 2004, após uma série de embates judiciais movidos pelas comunidades remanescentes de quilombolas, a área certificada pela Fundação Cultural Palmares. A titulação foi oficializada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em 2015.

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