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Vida & Estilo

Tesouros "escondidos", estes restaurantes no DF merecem sua visita

Personalidades do DF indicam restaurantes, cafés e mais operações que nem todo mundo conhece, mas deveria

24/07/2026 21:32, atualizado 24/07/2026 22:26
Yanka Romão/Metrópoles
Tesouros “escondidos”, estes restaurantes no DF merecem sua visita

Todo fim de semana a cena se repete. Você quer comer algo diferente, mas não sabe o que, nem onde? Problema resolvido! A editoria de Vida&Estilo do Metrópoles ouviu experts e chefs para revelar os seus “tesouros escondidos”, ou seja, restaurantes que fogem do circuito e merecem sua atenção.

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Tesouros revelados: os restaurantes “escondidos” que vale a pena conhecer

Babi Frazão, chef de cozinha e campeã do MasterChef Profissionais

À frente de duas operações na Quituart (Lago Norte) — o Afeto e o recém-inaugurado Bafafá —, Babi Frazão comprova que o amor pela gastronomia transcende o “CNPJ” e, sempre que possível, vai atrás de achados gourmet nos quatro cantos do DF (e além).

Pri Valone
Babi Frazão

Um deles atende pelo nome de Iacina, dentro da Aliança Francesa (708/907 Sul). Por lá, o curioso foco é misturar influências paraenses e francesas, em um “pout-pourri” que dá samba.

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“O restaurante fica cercado por um jardim de Burle Marx. É um ambiente que você pode ir para tomar um café pela manhã, no início da tarde ou para o almoço. Para um lanche, superindico os sanduíches cubano, com copa lombo; e surf and turf, com camarão, bacon e queijo ementhal”, afirma.

Não deixe de provar a linguiça suína com camarão e redução de tucupi ou patacones com cogumelos; bem como o filé marajoara, a pescada ao citron (uma pescada amarela ao molho de limão com legumes tostados) e o bobó de camarão.

Adriana Samartini, cantora

Animação é o “nome do meio” de Adriana Samartini. Quem acompanha sua rotina puxada sabe que sempre há espaço para um rolê — e a gastronomia não fica fora disso.

A cantora brasiliense conhece a cena da capital como poucas e valoriza um bom trabalho gastronômico, como o do Yasmine — Culinária Árabe, no Sudoeste. “É daqueles lugares que mereciam muito mais reconhecimento”, diz.

Instagram/ReproduçãoFoto colorida de Adriana Samartini - Metrópoles
Adriana Samartini

Na casa, seus queridinhos são o shawarma, tanto de carne quanto de frango, e o trio de entradas, “especialmente pela excepcional pasta de berinjela”. Os doces, ela garante, não ficam atrás.

A quem acredita em acaso ou destino, a artista destaca mais um motivo para amar seu “achadinho”.

“Os proprietários são de Marmarita, cidade síria de onde nasceu minha sogra. Existe um cuidado em preservar os sabores tradicionais. É um restaurante que entrega uma experiência árabe autêntica, com comida feita com muito carinho”, encerra.

Leandro Nunes, chef de cozinha

Leandro Nunes já passou por importantes cozinhas mundo afora — e encontrou “conforto” nas caçarolas do Bodega de la Habana, na Vila Planalto, operação comandada por Miguel Padilla.

Divulgação
Leandro Nunes

“Cubano, ele prepara uma culinária clássica, cheia de sabor e feita por quem realmente entende do assunto. Além de cozinhar muito, recebe todo mundo com um sorriso no rosto, dono de uma simpatia imensa e um amor pela cozinha maior ainda”, assegura.

Conforme emenda o chef, as cozinhas cubana e brasileira têm muitas semelhanças quando o assunto são os ingredientes utilizados.

“Um bom exemplo é o tradicional Mouros e Cristãos, que lembra um baião de dois, mas tem identidade própria. Quem não conhece está perdendo uma experiência gastronômica fantástica”, conta.

E ele engrossa a lista de “must go” com o Simbaz, na 412 Sul, especializado em culinária africana. “Se quiser viver a experiência de verdade, esqueça os talheres. O chef e proprietário, Chidera, faz questão de explicar tudo com a maior simpatia. O atendimento é tão marcante quanto a comida.”

Instagram/ReproduçãoFoto colorida de um homem segurando um prato de comida - Metrópoles
Chidera Ifeanyi, do Simbaz Culinária Afro e Bar

Leandro cita, por fim, o Soban, na 111 Sul, e o Kundaliní, na 406 Norte. O primeiro, para comer do churrasco coreano ao bibimbap. O segundo, para provar a rica cozinha vegana. “Lembro de ter completado quatro cartões de fidelidade em menos de três meses. Acho que isso já diz tudo.”

Lulu Peters, jornalista e influenciadora gastronômica

Engana-se quem pensa que a boa mesa no DF se restringe ao que é servido nas Asas Norte e Sul. Lulu Peters gosta de comer bem, e isso independentemente de qual seja o CEP.

Sempre à procura de novidades, que compartilha em seu perfil no Instagram, indica o Fiesta Phillipines, em Vicente Pires. Segundo ela, a loja mais se assemelha à casa dos donos, que “mal falam português”, mas entendem o essencial: a linguagem universal do acolher, ser gentil e bem servir. Sorte dos comensais.

Reprodução/InstagramA jornalista Lulu Peters
A jornalista Lulu Peters

“A comida filipina é repleta de sabor, tradição e preço imbatível. Adoro até a decoração um pouquinho aleatória e a simpatia da equipe conquista qualquer um. Alguns produtos, como a conserva de mamão verde e alguns molhos podem ser comprados para levar para casa. Para minha família, os combinados, com preços entre R$ 75 a R$ 85, com pad thai de camarão, bao e siomai sempre fazem a alegria das minhas filhas”, indica.

O wine bar Oca

Lulu também recomenda o Ballerina Café, na 405 Sul, a quem curte “bolos, brigadeiros e doces finos deliciosos”. Um pouco mais distante, ainda na Asa Sul, Peters sugere o Oca Wine Bar, na 212 Sul.

“Um cantinho pequeno, porém, muito charmoso com rótulos diferentões, incluindo alguns próprios e outros exclusivos.” Por lá, vale provar desde a tábua de frios, para um happy hour entre amigos, até o croissant servido no café da manhã.