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Vida & Estilo

Sedentarismo: o que acontece com o corpo depois de muito tempo parado

Caminhar pouco e passar muitas horas sentado são hábitos que aceleram a perda muscular e a perda de equilíbrio, principalmente em idosos

05/08/2026 12:34
Giselleflissak/Getty Images
Foto colorida de mulheres se exercitando em academia - Metrópoles

Embora seja mais comum em idosos, principalmente após a aposentadoria, o sedentarismo é um hábito que afeta pessoas de todas as idades e pode ter efeitos muito negativos no organismo, entre eles, a perda de massa muscular, perda de força física, perda de equilíbrio e mobilidade e até mesmo da autonomia.

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O sedentarismo afeta mais os idosos pois, após a aposentadoria, muitos deles enfrentam mudanças bruscas na rotina. Deixam de fazer deslocamentos diários para o trabalho e de exercer atividades que promovem os movimentos simples do cotidiano. Isso faz com que a atividade física seja ainda mais importante para as pessoas acima de 60 anos.

“Mas essa é uma recomendação importante para todos os adultos, já que o treinamento de força contribui para a manutenção da massa muscular, da saúde óssea e da capacidade funcional em todas as fases da vida“, reforça Leandro Twin, profissional de Educação Física da BlueFit.

Mulher mais velha pratica e alongamento no parque
Idosos tem consequências mais agudas do sedentarismo

Passar muitas horas sentado ou deitado, sem se levantar, fazer poucas caminhadas, mesmo que curtas, e reduzir os estímulos físicos comuns, são hábitos que contribuem para a sarcopenia, ou seja, a perda de massa muscular. Como consequência, o corpo fica mais fraco e vai perdendo também habilidades como o equilíbrio e a mobilidade. 

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Essas consequências físicas acabam tendo também efeitos emocionais e na vida prática, a pessoa passa a ter menos autonomia e independência funcional, o que pode levar a quadros depressivos e outros distúrbios da saúde mental. Os idosos, mais uma vez, acabam sendo os mais afetados.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que pessoas acima dos 65 anos façam atividades físicas pelo menos duas vezes por semana. O objetivo é justamente preserver a mobilidade a autonomia.

Sedentarismo: o que acontece com o corpo depois de muito tempo parado - destaque galeria
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Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente
De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias
Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos
Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono
Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes
Exercícios que fortalecem os ossos e os músculos são essenciais para evitar doenças e demais problemas de saúde. Além de melhorar o equilíbrio, exercitar-se ao menos duas vezes por semana é um dos segredos para prolongar a expectativa de vida e envelhecer melhor
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Exercícios que fortalecem os ossos e os músculos são essenciais para evitar doenças e demais problemas de saúde. Além de melhorar o equilíbrio, exercitar-se ao menos duas vezes por semana é um dos segredos para prolongar a expectativa de vida e envelhecer melhor

Mike Harrington/ Getty Images
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente
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Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente

Hinterhaus Productions/ Getty Images
De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias
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De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias

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Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos
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Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos

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Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono
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Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono

skaman306/ Getty Images
Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes
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Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes

Tom Werner/ Getty Images
A massa muscular e óssea do corpo humano atinge o pico antes dos 30 anos. A partir dessa idade, começa um decaimento natural, ou seja, indivíduos que começam a se exercitar na juventude terão aumento da força óssea e muscular ao longo da vida
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A massa muscular e óssea do corpo humano atinge o pico antes dos 30 anos. A partir dessa idade, começa um decaimento natural, ou seja, indivíduos que começam a se exercitar na juventude terão aumento da força óssea e muscular ao longo da vida

Thomas Barwick/ Getty Images
Pessoas que se exercitam depois dos 30 anos reduzem a queda natural do corpo, conseguem preservar a força óssea e muscular e vivem muito melhor
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Pessoas que se exercitam depois dos 30 anos reduzem a queda natural do corpo, conseguem preservar a força óssea e muscular e vivem muito melhor

Justin Paget/ Getty Images

“Muita gente associa musculação apenas ao ganho de força ou condicionamento, mas, para o público mais idoso, ela está diretamente ligada à manutenção da autonomia e da funcionalidade do corpo. Estamos falando da capacidade de subir escadas, levantar da cama sozinho, carregar compras, manter equilíbrio e continuar independente ao longo dos anos”, acrescenta Leandro.

Dados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), que acompanha cerca de 15 mil adultos brasileiros há 15 anos, mostram que os adultos fisicamente ativos tem risco de mortalidade até 25% menor ao longo do envelhecimento quando comparados aos sedentários.

Isso demonstra que manter o corpo ativo vai além do desempenho físico, tendo uma relação direta com a saúde, a independência e a lengevidade. Estudo feitos pela