Qual opção é pior para a saúde: adoçante ou refrigerante zero? Veja
Entenda o impacto dos edulcorantes artificiais no organismo e veja qual das opções traz mais riscos à sua saúde a longo prazo
atualizado
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A busca por uma alimentação mais equilibrada frequentemente esbarra em substituições industriais. Diante do impacto comprovado do açúcar refinado no organismo, o mercado desenvolveu alternativas de baixa caloria. Duas das opções mais consumidas no mundo são os adoçantes de mesa e os refrigerantes zero. O debate sobre a segurança dessas alternativas continua intenso na comunidade médica. Afinal, qual dessas opções traz mais riscos reais para o corpo humano?
O impacto dos adoçantes no organismo
Os adoçantes artificiais, também chamados de edulcorantes, são substâncias químicas com alto poder de adoçar. Os tipos mais comuns no mercado incluem o aspartame, a sucralose, a sacarina e o ciclamato de sódio. Também existem as opções naturais, como o xilitol e a estévia.
Por muito tempo, o uso dessas substâncias foi considerado totalmente inofensivo. Estudos recentes, porém, acendem o alerta para o consumo crônico. A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu diretrizes desaconselhando o uso de edulcorantes para o controle de peso a longo prazo.
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