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Vida & Estilo

Mulher é demitida após tirar 114 dias de licença médica em um ano

Jodie Daunis processou a empresa após ser demitida, mas perdeu a ação na Justiça

Repórter de Vida & Estilo12/03/2026 16:51, atualizado 12/03/2026 16:55
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Getty Images
Licença médica

Uma mulher foi demitida após acumular faltas frequentes no trabalho. Ao todo, Jodie Daunis, que atuava como operadora de atendimento ao cliente em balsas de Brisbane, na Austrália, tirou 114 dias de licença médica ao longo de 12 meses. Segundo a empresa, o estado de saúde de Daunis a impedia de desempenhar o trabalho de forma confiável.

Os problemas começaram a se agravar em abril de 2024, quando Jodie Daunis teve trombose venosa profunda, passando a sofrer com coágulos sanguíneos recorrentes. A condição também causava inflamação e dor persistente.

Foi então que os médicos a encaminharam para cirurgia em novembro. Porém, a australiana teve que entrar na fila de espera do hospital público depois que sua seguradora se recusou a cobrir o procedimento.

Poucos dias depois, Daunis foi hospitalizada com trombose venosa profunda (TVP) e ficou afastada do trabalho por algumas semanas.

Jodie Daunis perdeu o emprego após tirar 114 dias de licença médica
Jodie Daunis perdeu o emprego após tirar 114 dias de licença médica

Demissão

Quando Jodie voltou ao trabalho, conseguiu cumprir apenas dois turnos. Isso porque começou a sentir muita dor.

Mais tarde, Daunis informou a empresa que tanto um cirurgião vascular quanto um especialista em sangue a aconselharam a permanecer afastada do trabalho pelos próximos três meses.

Depois disso, Jodie Daunis realizou outro exame médico, que dizia que ela poderia retornar ao trabalho. A empresa, entretanto, afirmou que ela não era capaz de desempenhar as funções essenciais de seu cargo na balsa.

Eles, então, rescindiram o contrato de trabalho de Daunis, alegando que não poderia modificar suas funções para acomodar as restrições médicas que ela enfrentava.

A funcionária contestou a decisão, mas a Comissão de Relações Trabalhistas Justas acabou ficando do lado da empresa operadora de balsas. Ela perdeu a batalha judicial por indenização.

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