Jejum intermitente x alimentação equilibrada: qual é mais eficaz?
Nutricionistas revelam se o jejum intermitente é mais eficiente do que uma alimentação equilibrada quando se trata de emagrecimento
atualizado
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Quando se trata de emagrecimento, é possível encontrar inúmeros métodos para alcançar o peso desejado na balança. No entanto, nem todos são saudáveis e funcionam para todas as pessoas — já que isso depende do organismo de cada uma.
Entre os mais populares, está o jejum intermitente, que também é praticado por quem apenas procura manter hábitos de saúde. Mas ao falar em emagrecer, pode surgir a dúvida: o jejum é, realmente, mais eficiente do que uma alimentação equilibrada no cotidiano?
Para responder isso e ajudar quem não sabe o que fazer, o Metrópoles ouviu duas nutricionistas.
Confira!
A resposta
Para a nutricionista Isabela Milagres, uma alimentação equilibrada, com refeições distribuídas ao longo do dia, é tão eficaz quanto — e para a maioria das pessoas, mais segura — o jejum intermitente. “O que determina resultados a longo prazo é a constância, a qualidade dos alimentos e a adequação à rotina individual.”
Natashe Nassif, especialista em nutrição funcional, complementa explicando que o jejum pode funcionar como uma ferramenta para organizar horários, mas a saúde depende muito mais dos alimentos consumidos do que o tempo que alguém fica sem comer.
Segurança a longo prazo
Outro ponto abordado pelas profissionais é a eficiência do método a longo prazo. Segundo Isabela, estratégias muito restritivas tendem a gerar dificuldades na regulação da fome e da saciedade. Por outro lado, uma dieta equilibrada, com o tempo, é mais fácil e segura de se manter.
Mesmo assim, Natashe alerta que o jejum intermitente não deve ser visto como um vilão. “É apenas uma estratégia alimentar entre várias possíveis. Para algumas pessoas ele funciona, para outras não. Não existe um método universal.”
A profissional ainda acrescenta que, se não praticado da forma certa e com orientação nutricional, ele pode levar a desequilíbrios hormonais, perda de massa muscular e efeito sanfona. De qualquer forma, o acompanhamento com nutricionista é o maior aliado, uma vez que avalia se a estratégia faz sentido ou se a alimentação equilibrada é mais adequada.
























