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Passar horas colado na cadeira, pular o treino da semana e manter uma rotina “low profile” de movimento pode até parecer inofensivo no caos do dia a dia. Mas a real é que o sedentarismo é um dos vilões mais perigosos para quem busca performance e longevidade.
Ele é o estopim para doenças crônicas que ninguém quer no currículo: diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares graves. O cenário atual é um sinal de alerta vermelho. Dados recentes do sistema Vigitel, do Ministério da Saúde, revelam que 62,6% dos adultos brasileiros estão acima do peso.
De acordo com a endocrinologista Flávia Pieroni, do São Marcos Saúde e Medicina Diagnóstica/Dasa, o corpo emite sinais claros antes de “dar tilt”.
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