Quem se exercita diminui em até 33% o risco de apresentar Alzheimer

Para chegar à conclusão, pesquisadores da Universidade George Washington analisaram dados de 649.605 pessoas, com idade média de 61 anos

atualizado 14/03/2022 16:51

Na imagem colorida, pesoas estão correndo em um campo. Usam casacos calças longas e sorriem olhando para o chãoHalfpoint Images/ Getty Images

Pesquisadores da Universidade George Washington, dos Estados Unidos, afirmam que os adeptos de exercícios físicos têm até 33% menos chance de desenvolver demência.

A informação partiu de dados sobre saúde de 649.605 pessoas, com idade média de 61 anos, que foram acompanhadas pelos estudiosos durante quase uma década. O trabalho ainda não está publicado, mas será apresentado em abril, no congresso anual da Academia Americana de Neurologia, de acordo com o jornal The Washington Post.

Para o estudo, os participantes foram divididos em cinco grupos, com base em sua aptidão cardiorrespiratória. A escala varia conforme o nível de condicionamento físico dos participantes.

Os pesquisadores observaram esse parâmetro e descobriram que o grupo menos apto apresentava um risco 13% menor de Alzheimer do que os sedentários; o grupo do meio aparecia com 20% menos probabilidade de desenvolver a doença; o próximo grupo tinha 26% menos chance e, entre os mais preparados fisicamente, o risco caía para 33%.

O Alzheimer é o tipo mais comum de demência. É um distúrbio cerebral progressivo que, com o tempo, destrói a memória e as habilidades de pensamento e interfere na capacidade de realizar tarefas diárias. Várias pesquisas mostram que a atividade física regular é uma ótima maneira de beneficiar o cérebro.

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