Pessoas com olfato ruim têm maior risco de morte, aponta pesquisa
Estudo da Universidade de Michigan revelou que indivíduos com menor percepção de cheiros têm mais chances de morrer antes
atualizado
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Um estudo da Universidade Estadual de Michigan, EUA, revelou que idosos com o olfato ruim têm um risco quase 50% maior de morrer antes dos que possuem maior percepção de cheiros. Os resultados apontam que isso também vale para os que estão saudáveis.
Em comparação com aqueles com bom olfato, as pessoas que pontuaram mal no “teste do cheiro” tiveram um risco 46% maior de morte dentro de 10 anos e 30% em 13 anos. Há evidências que ligam esses resultados à doença de Parkinson e a demência. Uma das conclusões do estudo é que as estruturas do sistema nervoso existentes na região do nariz podem ser vulneráveis a problemas de saúde.
De acordo com os pesquisadores ainda é preciso outros estudos complementares e conclusivos. No ano passado, um estudo semelhante foi divulgado pela Universidade de Columbia, também nos EUA, com 1.169 indivíduos acima dos 65 anos. Os participantes tinham que distinguir 40 aromas diferentes. Do grupo com pior resultado, 45% dos indivíduos morreram em quatro anos. Já na turma com os melhores resultados, a taxa de mortalidade no período foi de apenas 18%.
Com informações da Revista Galileu
