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Nutricionista lista 6 hábitos infalíveis para perder peso rapidamente

Perder peso é uma tarefa difícil em qualquer estação do ano. Porém, pequenos ajustes na rotina podem ajudar

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Mulher com tigela de comida nas mãos e medindo a cintura - Metrópoles
1 de 1 Mulher com tigela de comida nas mãos e medindo a cintura - Metrópoles - Foto: skynesher/ Getty Images

Perder peso costuma ser difícil em qualquer época do ano. No entanto, à medida que as estações avançam, surge uma nova oportunidade de renovar os propósitos alimentares para dizer adeus aos quilinhos a mais. A primavera, que vai até o final de dezembro e é conhecida por ser a época de várias frutas e legumes, pode ser um ótimo período para rever os projetos de emagrecimento.

A boa notícia é que mudar os hábitos alimentares não significa parar de comer aquilo que mais se ama. Em vez disso, a ideia é focar em escolhas mais saudáveis o mais rápido possível, até o organismo passar a recusar a ideia de se esbaldar em alimentos pouco nutritivos.

O nutricionista Fernando Castro indica que manter-se fora do peso vai além de uma questão estética e afeta diretamente a saúde do indivíduo. Ter uma alimentação saudável também melhora o dia a dia, aumentando a disposição da pessoa para cumprir as tarefas diárias.

“Estar no peso adequado demonstra um equilíbrio entre o que se consome de alimentos, ou seja, as calorias e o gasto energético diário. A firmeza nesses dois fatores permite o melhor ajuste fisiológico do organismo e uma menor probabilidade de doenças”, afirma o especialista.

Para ajudar as pessoas no processo de emagrecimento, o nutricionista listou quatro hábitos alimentares infalíveis para emagrecer. Confira:

Hábitos para perder peso rapidamente

1. Não vá ao supermercado com fome

Ir às compras bem alimentado tende a evitar a compra de guloseimas e alimentos com alto valor calórico apenas pelo impulso. Assim, quando der fome, não terá a opção de comidas pouco nutritivas em casa.

2. Comece a sua refeição pela salada

Na refeição, dê preferência inicialmente às folhas e hortaliças, que são alimentos com baixo valor calórico. Isso dá ao organismo tempo para promover saciedade, evitando o consumo de comidas muito calóricas no decorrer da alimentação.

3. Preste atenção na mastigação

Comer lentamente, com calma, melhora o aproveitamento dos nutrientes e dá tempo ao sistema nervoso central para entender a alimentação. A mastigação lenta também ajuda a promover uma maior saciedade.

Melhores dietas para comer saudável

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<b>Dieta Mediterrânea –</b> Baseada em alimentos frescos, escolhidos conforme a estação do ano, e naturais, é interessante por permitir consumo moderado de vinho, leite e queijo. O cardápio é tradicional na Itália, Grécia e Espanha, usa bastante peixe e azeite, e, desde 2010, é considerado patrimônio imaterial da humanidade. Além de ajudar a perder peso, diminui o risco de doenças cardiovasculares
<b>Dieta Flexitariana –</b> Sugere uma redução de até 70% do consumo de carne, substituindo a proteína animal por vegetais, frutas, sementes, castanhas e cereais. Com o regime, o organismo ficaria mais bem nutrido e funcionaria melhor. É recomendado começar trocando a carne vermelha por frango ou peixe e procurar um nutricionista para acompanhar a necessidade de suplementação de vitamina B12, encontrada em alimentos de origem animal
<b>Dieta MIND –</b> Inspirada nas dietas Mediterrânea e Dash, a MIND é feita especificamente para otimizar a saúde do cérebro, cortando qualquer alimento que possa afetar o órgão e focando em nozes, vegetais folhosos e algumas frutas. Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Envelhecimento dos Estados Unidos descobriu que os pacientes que seguiram a dieta diminuíram o risco de Alzheimer de 35% a 53%, de acordo com a disciplina para seguir as recomendações
<b> Dieta TLC –</b> Criada pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, pretende cortar o colesterol para melhorar a alimentação dos pacientes. São permitidos vegetais, frutas, pães integrais, cereais, macarrão integral e carnes magras. Há variações de acordo com cada objetivo, como melhorar o colesterol e perder peso
<b> Dieta Nórdica –</b> Como o nome sugere, a dieta é baseada na culinária de países nórdicos e dá bastante enfoque ao consumo de peixes (salmão, arenque e cavala), legumes, grãos integrais, laticínios, nozes e vegetais, além de óleo de canola no lugar do azeite. Segundo a OMS, o regime reduz o risco de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares
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Dieta Dash – A sigla significa, em português, Métodos para Combater a Hipertensão e foca não só em diminuir a quantidade de sódio ingerida, mas em alimentos ricos em proteínas, fibras, potássio, magnésio e cálcio. A dieta tem 20 anos e é reconhecida por várias publicações científicas pela eficiência em reduzir a pressão arterial e controlar o peso

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Dieta Mediterrânea – Baseada em alimentos frescos, escolhidos conforme a estação do ano, e naturais, é interessante por permitir consumo moderado de vinho, leite e queijo. O cardápio é tradicional na Itália, Grécia e Espanha, usa bastante peixe e azeite, e, desde 2010, é considerado patrimônio imaterial da humanidade. Além de ajudar a perder peso, diminui o risco de doenças cardiovasculares

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Dieta Flexitariana – Sugere uma redução de até 70% do consumo de carne, substituindo a proteína animal por vegetais, frutas, sementes, castanhas e cereais. Com o regime, o organismo ficaria mais bem nutrido e funcionaria melhor. É recomendado começar trocando a carne vermelha por frango ou peixe e procurar um nutricionista para acompanhar a necessidade de suplementação de vitamina B12, encontrada em alimentos de origem animal

Dose Juice/Unsplash
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Dieta MIND – Inspirada nas dietas Mediterrânea e Dash, a MIND é feita especificamente para otimizar a saúde do cérebro, cortando qualquer alimento que possa afetar o órgão e focando em nozes, vegetais folhosos e algumas frutas. Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Envelhecimento dos Estados Unidos descobriu que os pacientes que seguiram a dieta diminuíram o risco de Alzheimer de 35% a 53%, de acordo com a disciplina para seguir as recomendações

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Dieta TLC – Criada pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, pretende cortar o colesterol para melhorar a alimentação dos pacientes. São permitidos vegetais, frutas, pães integrais, cereais, macarrão integral e carnes magras. Há variações de acordo com cada objetivo, como melhorar o colesterol e perder peso

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Dieta Nórdica – Como o nome sugere, a dieta é baseada na culinária de países nórdicos e dá bastante enfoque ao consumo de peixes (salmão, arenque e cavala), legumes, grãos integrais, laticínios, nozes e vegetais, além de óleo de canola no lugar do azeite. Segundo a OMS, o regime reduz o risco de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares

David B Townsend/Unsplash
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Dieta Volumétrica – Criada pela nutricionista Barbara Rolls, a ideia é diminuir a quantidade de caloria das refeições, mas mantendo o volume de alimentos ingeridos. São usados alimentos integrais, frutas e verduras que proporcionam saciedade e as comidas são divididas pela densidade energética

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Vigilantes do Peso – O programa existe há mais de 50 anos e estabelece uma quantidade de pontos para cada tipo de alimento e uma meta máxima diária para cada pessoa, que pode criar o próprio cardápio dentro das orientações. Além disso, há o incentivo a atividades físicas e encontros entre os participantes para trocar experiências

Ola Mishchenko/Unsplash
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Dieta Mayo Clinic – Publicada em 2017 pelos médicos da Mayo Clinic, um dos hospitais mais reconhecidos dos Estados Unidos, o programa é dividido em duas partes: perca e viva. Na primeira etapa, 15 hábitos são revistos para garantir que o paciente não desista e frutas e vegetais são liberados. Em seguida, aprende-se quantas calorias devem ser ingeridas e onde encontrá-las. Nenhum grupo alimentar está eliminado e tudo funciona com equilíbrio

Rui Silvestre/Unsplash
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Dieta Asiática – O continente é enorme, mas há traços comuns na gastronomia de toda a região. Uma ONG de Boston definiu uma pirâmide alimentar baseada nos costumes orientais: vegetais, frutas, castanhas, sementes, legumes e cereais integrais, assim como soja, peixe e frutos do mar são muito usados, enquanto laticínios, ovos e outros óleos podem ser consumidos em menor frequência. A dieta pede também pelo menos seis copos de água ou chá por dia, e saquê, vinho e cerveja podem ser degustados com moderação

Sharon Chen/Unsplash

4. Evite pratos grandes para o consumo da refeição

Segundo o nutricionista, estudos mostram que o tamanho do prato interfere diretamente na tentação de preencher o espaço, dando oportunidade a um maior consumo.

5. Evite alimentos industrializados

Prefira sempre alimentos in natura. Na hora das sobremesas, por exemplo, troque sorvetes e chocolates industrializados por frutas — elas são menos calóricas e possuem uma oferta maior de vitaminas.

6. Mantenha-se hidratado

Beber água ao longo do dia, além de melhorar o funcionamento do metabolismo e das enzimas, leva o indivíduo a evitar bebidas e alimentos calóricos. O ideal é ingerir de dois a três litros por dia.

O nutricionista ainda explica que uma consulta individualizada com um profissional também é essencial para o processo de emagrecimento.

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