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Saúde

Mulher descobre 7 tumores na mama após tomar cerveja e passar mal

Kelly Gunn fez biópsia e ressonância magnética após passar mal ao tomar apenas uma cerveja, o que levou à descoberta de um câncer de mama

13/07/2026 12:08, atualizado 13/07/2026 12:51
Divulgação/Instagram/feinix_haus
Imagem colorida da Kelly Gunn - Metrópoles

Após tomar apenas uma única cerveja, a americana Kelly Gunn, 46 anos, passou mal e descobriu que sete tumores haviam crescido em sua mama durante 10 anos. Ela recebeu o diagnóstico em 2024, quando morava em uma região isolada em Belize.

Depois de passar mal, Kelly voltou para os Estados Unidos, Virginia Beach, na Virgínia, onde fez um ultrassom e uma ressonância magnética. Então, uma biópsia confirmou o diagnóstico: câncer de mama em estágio 1, com sete tumores na mama direita.

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Cerca de 10 anos antes de descobrir a doença, em 2016, a americana sentiu um pequeno nódulo em sua mama. Com isso, procurou ajuda médica, e a resposta foi de que seu nódulo em formato de amêndoa era um tecido mamário denso formado por hormônios.

Em 2020, novamente, Kelly fez uma mamografia e foi detectado um nódulo em sua mama direita, mas, de acordo com a biópsia feita à época, não era cancerígeno. Por conta disso, ela passou a fazer mamografias anualmente. Em 2024, no mês de abril, ela descobriu novamente um nódulo, mas os médicos lhe disseram que era benigno.

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Principais sintomas do câncer de mama

  • Aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, nas mamas.
  • Edema na pele, que fica com aparência de casca de laranja.
  • Retração da pele.
  • Dor.
  • Inversão do mamilo.
  • Descamação ou ulceração do mamilo.
  • Secreção transparente, rosada ou avermelhada que sai do mamilo.
  • Linfonodos palpáveis na axila.

Descoberta dos sete tumores e mastectomia

Kelly recebeu o diagnóstico correto em julho de 2024. Devido ao tamanho e local dos tumores, ela precisou fazer uma mastectomia dupla, com reconstrução mamária completa. “Eles eram grandes o suficiente e estavam crescendo há bastante tempo, e havia muito mais lá dentro do que até mesmo os exames de imagem conseguiam detectar”, relatou ao The Sun.

O câncer de Kelly era alimentado por hormônios sexuais femininos, estrogênio e progesterona. Por conta disso, ela precisou realizar tratamento com remédios para suprimir seus ovários, mas, em 2025, precisou fazer outra cirurgia para a remoção dos ovários e trompas de Falópio. Esse procedimento a fez entrar em menopausa médica e ocasionou ondas de calor e dores articulares.

“Os ossos dos meus cotovelos doem ao menor toque. O cansaço não é algo que se supera com uma noite de sono, é visceral”, conta.

Atualmente, Kelly tem que fazer exames e rotinas de análises a cada três meses. E, para ajudar mulheres após o câncer, ela fundou a comunidade no Instagram, Fionix Haus, em que compartilha sua experiência para apoiar outras pessoas que estejam passando pela doença.