Farmacêuticas não pretendem vender vacina contra Covid-19 a preço de custo

Em audiência no congresso americano, Moderna, Pfizer e MSD avisaram que ainda não há acordos sobre valor-teto das imunizações

atualizado 23/07/2020 8:47

FOTO ILUSTRATIVA

Tês importantes laboratórios farmacêuticos informaram na terça-feira (21/7), em audiência no Congresso dos Estados Unidos, que não pretendem vender as vacinas contra a Covid-19 que estão sendo desenvolvidas por elas a preço de custo.

Mesmo tendo recebido investimentos milionários do governo norte-americano e de outros países, os acordos firmados pela Moderna, a Pfizer e a Merck Sharp & Dohme (MSD) não estabelecem o preço máximo para comercialização das doses dos respectivos métodos de imunização.

A Moderna afirmou não ter contrato de fornecimento das vacinas para o governo do Estados Unidos sem lucro, apesar de ter recebido subsídios de 483 milhões do país. A MSD disse que o laboratório também ainda não negociou entregas para os EUA.

A Pfizer, por sua vez, informou que estabelecerá um valor considerando o cenário de emergência global causado pela pandemia do novo coronavírus. A farmacêutica recebeu nessa terça-feira a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para inciar testes clínicos de duas vacinas no Brasil, com mil voluntários recrutados nos estados de São Paulo e da Bahia.

A Johnson & Johnson e a AstraZeneca – parceira da Universidade de Oxford – concordaram em vender suas vacinas sem lucro, inicialmente. (Com informações de O Globo)

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