Anvisa proíbe caneta de adrenalina vendida sem registro no Brasil

Produto é usado para alergias graves. Anvisa também determinou apreensão de outros medicamentos e fitoterápico sem autorização sanitária

atualizado

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autoinjetor de adrenalina Epipen apreendido pela Anvisa. Metrópoles
1 de 1 autoinjetor de adrenalina Epipen apreendido pela Anvisa. Metrópoles - Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nessa quinta-feira (2/4) a apreensão do autoinjetor de adrenalina Epipen, medicamento de origem estrangeira que vinha sendo anunciado para venda no Brasil.

Além da apreensão do produto, a medida proíbe armazenamento, comercialização, distribuição, propaganda e transporte do medicamento no país.

Segundo a agência, a ação foi motivada após a identificação de anúncios de venda do autoinjetor importado pela rede de farmácias Pague Menos. Como o produto não possui registro na Anvisa, ele não pode ser comercializado no território nacional.

Medicamentos sem registro são considerados irregulares porque não passaram por avaliação das autoridades sanitárias. Nesses casos, não há garantia sobre a composição do produto, origem, eficácia ou segurança para os pacientes.

Outros medicamentos também foram proibidos

A fiscalização da Anvisa também atingiu outros produtos comercializados sem autorização sanitária. Entre eles está o fitoterápico Extrato de Valeriana Foglie Di Tè, fabricado pela empresa Aldeia Produtos Naturais.

De acordo com a agência, o produto não possui licença sanitária. Por esse motivo, foram proibidos armazenamento, fabricação, distribuição, comercialização, propaganda, transporte e uso do medicamento.

Também foram incluídos na medida dois medicamentos importados e distribuídos pela empresa Oncomed Distribuidora de Medicamentos e Importação. Os produtos Lucielo 50 Eltrombopag Olamina 50 mg comprimidos e Luciale 150 mg Cloridrato de Alectinibe cápsulas deverão ser apreendidos por não terem registro na Anvisa.

A agência reforça que medicamentos e produtos de saúde só podem ser comercializados no Brasil após avaliação e autorização sanitária, etapa que verifica padrões de qualidade, segurança e eficácia antes da liberação para uso pela população.

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