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Saúde

Anvisa apreende botox capilar, maquiagem e saneante sem registro

Anvisa determinou apreensão de produtos vendidos por empresas desconhecidas e com uso indevido de dados cadastrais

24/06/2026 08:50
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Rmcarvalho/Getty Images
ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília, Distrito Federal - Brasil. 6 de dezembro de 2020.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de três grupos de produtos comercializados de forma irregular no país. As medidas foram publicadas nessa terça-feira (23/6) e incluem a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso dos itens.

As decisões atingem uma maquiagem capilar da marca Suake, produtos da linha Bottox Amazon Therapy Natuvegan e saneantes comercializados como SupperÁlcool.

Maquiagem capilar estava sem registro

Entre os produtos proibidos está a Sombra Disfarça Falhas/Maquiagem Capilar para Retocar Raiz, da marca Suake.

Segundo a Anvisa, o item era fabricado e comercializado sem registro e por uma empresa sem autorização de funcionamento para produzir esse tipo de produto. Por esse motivo, a agência determinou a apreensão de todos os lotes e proibiu qualquer atividade relacionada ao cosmético.

Botox capilar utilizava dados de outra empresa

A Anvisa também proibiu o produto Bottox Amazon Therapy Natuvegan, vendido pela empresa Progressiva Orgânica Cosméticos.

De acordo com a agência, o produto não possui registro nem notificação sanitária. Além disso, a empresa Maria das Graças Oliveira da Silva ME informou à Anvisa que não fabrica o item, apesar de seus dados cadastrais constarem na rotulagem.

Segundo a resolução, as informações da empresa foram utilizadas indevidamente na identificação do produto.

Produtos de álcool com origem desconhecida

Outra medida atinge os saneantes SupperÁlcool 92,8° INPM, SupperÁlcool 70° INPM e SupperÁlcool 46° INPM. A Anvisa informou que a empresa Isopoly Indústria e Comércio Ltda., detentora dos dados utilizados nos rótulos, declarou desconhecer a fabricação dos produtos.

A agência concluiu que os itens estavam sendo comercializados por origem não identificada e determinou a apreensão de todos os lotes.

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