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Saúde

Anvisa emite alerta sobre botox falsificado. Veja como identificar

A agência de vigilância sanitária determinou o recolhimento e a suspensão da venda de alguns lotes de toxina butolínica

Repórter de Saúde06/02/2023 11:32, atualizado 06/02/2023 14:08
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Pexels
médica aplicando botox em paciente

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta aos consumidores sobre a identificação de alguns lotes falsificados de toxina butolínica. O aviso foi feito na última sexta (3/2).

Os produtos que motivaram o aviso foram o Botox® 100U (toxina butolínica A), lote C7654C3F; e o Dysport® 300U (toxina butolínica A), lote L25049.

Botox

A farmacêutica Allergan, detentora do registro Botox, comunicou à Anvisa que, no Brasil, foram identificados duas unidades do produto falsificado, de validade até abril de 2025.

A empresa informou ainda que o lote C7654C3F é considerado válido pela empresa. Isto é, existem também unidades originais do mesmo grupo no mercado. As principais diferenças entre os produtos originais e falsificados estão no rótulo, na bula e na embalagem.

Veja na galeria como diferenciar o produto falso do verdadeiro:

Anvisa emite alerta sobre botox falsificado. Veja como identificar - destaque galeria
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Também há diferença na descrição da palavra "qualidade" e na logomarca da empresa sob a tinta reativa
A “letra” em uma das faces da embalagem secundária é diferente no produto falsificado
O material da bula, o tipo de letra utilizada e a forma de dobrar a bula no produto falsificado são diferentes do produto original. Além disso, há um asterisco (*) após o termo “toxina botulínica A” no produto falsificado, que não existe no produto original
Na embalagem original, não há impressão do número do lote na tampa do frasco-ampola
No produto original, há um número do material de embalagem na tampa, que está ausente no produto falsificado
O medicamento original possui um selo na embalagem secundária, que não está presente no produto falsificado
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O medicamento original possui um selo na embalagem secundária, que não está presente no produto falsificado

Reprodução Anvisa
Também há diferença na descrição da palavra "qualidade" e na logomarca da empresa sob a tinta reativa
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Também há diferença na descrição da palavra "qualidade" e na logomarca da empresa sob a tinta reativa

Reprodução Anvisa
A “letra” em uma das faces da embalagem secundária é diferente no produto falsificado
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A “letra” em uma das faces da embalagem secundária é diferente no produto falsificado

Reprodução Anvisa
O material da bula, o tipo de letra utilizada e a forma de dobrar a bula no produto falsificado são diferentes do produto original. Além disso, há um asterisco (*) após o termo “toxina botulínica A” no produto falsificado, que não existe no produto original
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O material da bula, o tipo de letra utilizada e a forma de dobrar a bula no produto falsificado são diferentes do produto original. Além disso, há um asterisco (*) após o termo “toxina botulínica A” no produto falsificado, que não existe no produto original

Reprodução Anvisa
Na embalagem original, não há impressão do número do lote na tampa do frasco-ampola
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Na embalagem original, não há impressão do número do lote na tampa do frasco-ampola

Reprodução Anvisa
No produto original, há um número do material de embalagem na tampa, que está ausente no produto falsificado
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No produto original, há um número do material de embalagem na tampa, que está ausente no produto falsificado

Reprodução Anvisa
A cor do rótulo e o tipo da letra utilizados na embalagem primária (frasco-ampola) do produto original são diferentes do falsificado
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A cor do rótulo e o tipo da letra utilizados na embalagem primária (frasco-ampola) do produto original são diferentes do falsificado

Reprodução Anvisa
A parte interna da embalagem secundária do produto falsificado apresenta diferenças em relação ao original
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A parte interna da embalagem secundária do produto falsificado apresenta diferenças em relação ao original

Reprodução Anvisa

Dysport

Já a farmacêutica Beaufor Ipse, detentora do registro do produto Dysport, comunicou à Anvisa a identificação de produto falsificado no lote L25049, válido até outubro de 2023.

A empresa não reconhece o lote como original.

A Anvisa determinou a apreensão e a proibição da comercialização, distribuição e uso do produto falsificado, tanto para o Botox quanto para o Dysport. Caso profissionais de saúde e pacientes identifiquem os produtos falsificados, a orientação é não fazer uso do medicamento e imediatamente notificar a vigilância sanitária local.

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