Ameba comedora de cérebro mata homem que nadou em lago nos EUA

A ameba Naegleria fowleri foi a responsável pelo óbito do homem, que nadava em lago

atualizado

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KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY
Desenho colorido de ameba comedora de cérebro instalada no órgão
1 de 1 Desenho colorido de ameba comedora de cérebro instalada no órgão - Foto: KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY

Autoridades sanitárias do estado da Geórgia, nos Estados Unidos, comunicaram a morte de um homem que foi infectado pela ameba Naegleria fowleri, conhecida como “comedora de cérebros”. O paciente provavelmente a contraiu enquanto nadava em um lago de água doce.

A ameba causa uma infecção incomum que “destrói o tecido cerebral e causa inchaço, levando, geralmente, à morte”, aponta comunicado à imprensa divulgado pelo Departamento de Saúde Pública da Geórgia na sexta-feira (29/7).

Não há informações claras sobre a data exata do óbito ou o local exato onde a ameba foi contraída. A Naegleria fowleri não é encontrada em água salgada ou potável, tampouco em piscinas devidamente tratadas.

A infecção acontece quando entra água contaminada pelo nariz — a ameba não causa problemas quando é ingerida, e não pode ser transmitida entre pessoas.

Incidências de infecções da ameba

Outros casos foram reportados nos Estados Unidos ao longo de 2023. Em julho, confirmou-se que um menino de 2 anos de idade, de Nevada, faleceu depois de ter sido infectado pela Naegleria fowleri.

O garoto, que residia no condado de Lincoln, ao norte da região de Las Vegas, pode ter sido exposto à ameba em Ash Springs, uma fonte termal natural.

Em fevereiro, um homem na Flórida também morreu infectado pela ameba, possivelmente após enxaguar os seios da face com água da torneira, de acordo com informações das autoridades de saúde.

No ano anterior, foram confirmados três casos de Naegleria fowleri que provavelmente ocorreram após a exposição à água doce em Iowa, Nebraska e Arizona, de acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. O mesmo número de casos foi relatado em 2019, 2020 e 2021.

O Departamento de Saúde Pública da Geórgia ressaltou que, embora o risco de infecção seja baixo, indivíduos que nadam em águas doces quentes devem sempre estar cientes do risco.

Os sintomas da infecção podem incluir forte dor de cabeça, febre, náusea, vômitos e podem progredir para rigidez do pescoço, convulsões e coma, levando à morte em aproximadamente cinco dias após o início dos sinais.

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