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Saúde

Além da Covid-19, OMS respondeu a outras 60 emergências de saúde em 2020

A pandemia de coronavírus foi a que mais chamou atenção, no entanto, outras situações graves foram atendidas ao redor do mundo

16/11/2020 05:00, atualizado 16/11/2020 12:07
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SOPA Images/Getty Images
Além da Covid-19, OMS respondeu a outras 60 emergências de saúde em 2020

O ano de 2020 está sendo marcado pela maior emergência de saúde pública do último século. Porém, apesar de a pandemia de coronavírus ter monopolizado as notícias, ela não foi a única situação grave dos últimos 12 meses.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a entidade atendeu até agora 60 emergências em 2020. Entre a epidemia de Ebola na República Democrática do Congo e os incêndios em campos de refugiados na Grécia, pessoas de várias partes do mundo foram auxiliadas.

Doenças conhecidas dos brasileiros, como chikungunya e febre amarela foram responsáveis por acender o alerta internacional ao surgirem em Chade, no Togo e no Gabão. A epidemia de sarampo em vários países também exigiu esforços da agência internacional de promoção à saúde.

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No site da OMS, outros surtos listados são os dos vírus Mayaro, Oropouche e da febre amarela, na Guiana Francesa; MERS, na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar; dengue, no Chile, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, Saint-Martin e Saint-Barthélemy.

Até o Brasil aparece na lista, com um surto de H1N2, uma variante do vírus influenza.

Porém, há notícias positivas: depois de 18 meses, o surto de ebola no Congo, o segundo maior da história, foi controlado — apesar de ter acontecido ao mesmo tempo que a maior epidemia de sarampo que o país já viu, tudo isso enquanto o coronavírus ameaçava a população. Há, agora, um segundo surto de ebola que demanda atenção da OMS.

O continente africano também foi considerado livre da poliomielite selvagem em 2020. A agência também elogia o esforço internacional contra a Covid-19: “Vimos este ano que países com uma infraestrutura robusta de resposta às emergências de saúde conseguiram agir rapidamente para controlar a pandemia de Covid-19”.