Vigia é encontrado morto em galpão de subprefeitura de São Paulo

Vigia encontrado morto em galpão da Prefeitura de São Paulo tinha marcas de violência no pescoço. Caso é investigado pela Polícia Civil

atualizado

metropoles.com

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Divulgação.
Foto colorida de vigilante encontrado morto em galpão da subprefeitura da Mooca, zona leste de São Paulo.
1 de 1 Foto colorida de vigilante encontrado morto em galpão da subprefeitura da Mooca, zona leste de São Paulo. - Foto: Divulgação.

Um vigilante de 61 anos (foto em destaque) foi encontrado morto com sinais de violência, na noite do último domingo (7/6), em galpão de mercadorias apreendidas da Prefeitura de São Paulo. O espaço é administrado pela Subprefeitura da Mooca, na zona leste da capital paulista. A motivação do crime é investigada.

O galpão em que o vigilante trabalhava fica na Rua Jaibaras, altura do número 299. Lodoil Marques da Silva foi encontrado por um colega, com marcas de esganadura.

Segundo a Polícia Militar, a testemunha acreditava que o vigilante estava cochilando em uma cozinha do galpão. Contudo, o corpo da vítima foi encontrado no chão e com um boné tampando o rosto.

O local em que o corpo estava tinha marcas indicando que o vigilante foi arrastado por alguns metros e abandonado naquele ponto. O crachá da vítima estava quebrado e sua prótese dentária foi achada distante do corpo.

Último contato

Além do colega de trabalho, superiores do vigilante estiveram no local. Em depoimento à Polícia Civil, as testemunhas contaram que o último contato com a vítima havia sido por volta das 16h. O corpo do vigilante foi encontrado por volta das 21h20.

A Polícia Civil analisa se existe relação entre o galpão — que funciona como ponto de encontro de fiscalização de mercadorias apreendidas pela Subprefeitura da Mooca — com o motivo do crime. Câmeras do local vão ser verificadas pela polícia.

O celular da vítima não foi encontrado. O caso é investigado como homicídio.

Em nota, a Subprefeitura da Mooca lamentou o crime e pontuou que Lodoil era um funcionário terceirizado. O órgão destacou estar prestando “todo o apoio necessário às autoridades competentes, disponibilizando imagens, informações e acesso às dependências do local para auxiliar na apuração dos fatos”.

A subprefeitura reforçou que o crime foi nas dependências do galpão de armazenamento de produtos apreendidos, e que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), chegou a atender à ocorrência, contudo, “a vítima teve o óbito confirmado no local”, finalizou o texto.

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