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Tarcísio diz que pedido de PGR contra Eduardo não atrapalha chapa

Tarcísio e André do Prado minimizaram impacto de pedido de condenação de Eduardo feito pela PGR. Filho 03 é indicado como suplente de Prado

atualizado

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João Valério/Governo do Estado de SP
O governador Tarcísio de Freitas e o presidente da Alesp, André do Prado, participam de cerimônia em comemoração aos 125 Anos do Instituto Butantan - Metrópoles
1 de 1 O governador Tarcísio de Freitas e o presidente da Alesp, André do Prado, participam de cerimônia em comemoração aos 125 Anos do Instituto Butantan - Metrópoles - Foto: João Valério/Governo do Estado de SP

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o pré-candidato ao Senado por São Paulo, André do Prado (PL), minimizaram nesta terça-feira (12/5) o impacto do pedido de condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em “autoexílio” nos EUA desde o ano passado, Eduardo é réu pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de coação em processo judicial contra ministros da Corte, em razão da sua atuação junto a autoridades do governo de Donald Trump para a adoção de sanções ao governo brasileiro.

Nas articulações que levaram à indicação do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Prado, como o representante do PL paulista na corrida ao Senado, ficou decidido que Eduardo Bolsonaro será o suplente da chapa de Prado, mesmo estando nos EUA e sendo investigado.

“Não vai atrapalhar”, disse Tarcísio ao ser questionado se a ofensiva da PGR atrapalharia a candidatura de Prado. Embora o presidente do Alesp seja “pupilo” de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, sua candidatura contou com o esforço pessoal de Tarcísio, que enxerga em Prado um aliado fiel.

O governador paulista também avalia que a presença de Prado na chapa, no lugar de nomes da direita mais radical que também eram cotados – como o deputado Mário Frias e o vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo –, tornaria o grupo mais competitivo para alcançar ao menos uma cadeira do Senado. Além do presidente da Alesp, o deputado federal Guilherme Derrite (PP) é o outro pré-candidato do grupo.

O entendimento entre os aliados é que, mesmo tendo o mandato cassado, o “filho 03” seguiria elegível. “Isso cabe ao Judiciário. Não tem como você fazer previsão. A previsão que eu tenho, e estou muito confiante e feliz, é que Eduardo está na primeira suplência hoje”, disse Prado no evento a jornalistas.

Também nesta terça-feira (12/5), Prado foi às redes sociais para defender Eduardo ao repostar uma publicação feita pelo ex-deputado em que se defende do pedido da PGR.

Nos últimos dias, Prado e Eduardo passaram a ser alvo de ataques de bolsonaristas, que afirmam que a decisão de lançar o pupilo de Valdemar seria uma rendição ao Centrão. Um dos críticos mais vocais tem sido o deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro, Ricardo Salles (Novo), que também é pré-candidato ao Senado, e também o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).

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