São Caetano tem melhor qualidade de vida na Grande SP, diz novo estudo
Novo Mapa da Desigualdade da Região Metropolitana de SP traz indicadores dos 39 municípios. São Caetano lidera em qualidade de vida

O município de São Caetano do Sul, no ABC, tem a melhor qualidade de vida dentre todas as cidades da região metropolitana de São Paulo, segundo o estudo inédito da Rede Nossa São Paulo e o Instituto Cidades Sustentáveis divulgados nesta quinta-feira (6/8).
São Caetano ocupou a primeira posição no ranking dentre as 39 regiões avaliadas no Mapa da Desigualdade da Região Metropolitana de São Paulo, com 29 dos 39 pontos possíveis. O município é seguido por Santana de Parnaíba, com 27,6 pontos; Ribeirão Pires, com 27,3; Vargem Grande Paulista, com 25,7; e Poá, com 25,6.

Já na outra ponta do ranking, a cidade de Pirapora do Bom Jesus ocupa a última posição, com apenas 17 pontos, seguida por Francisco Morato, com 18; Juquitiba e Itapecerica da Serra, ambas com 20 pontos; e Embu das Artes, com 20,4 pontos. A capital paulista ocupa a 16ª posição, com 23,5 pontos.
São Caetano do Sul, segundo o Mapa da Desigualdade, também possui a maior idade média ao morrer: 76 anos. Junto a Santo André, com 71 anos, as duas cidades são onde se vive mais em toda região metropolitana e as únicas em que o indicador supera os 70 anos. A cidade também possui percentual zero de moradores em favelas.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPO trabalho inédito reúne 40 indicadores dos 39 municípios de São Paulo, distribuidos em nove temas: pobreza, trabalho e renda, saúde, educação, cultura, segurança pública, meio ambiente, infraestrutura, transporte e mobilidade e habitação.

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Ver todasPara o coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo e do Instituto Cidades Sustentáveis, Jorge Abrahão, os dados do estudo são fundamentais para orientar investimentos e políticas públicas. “Há municípios vizinhos, integrados pelos mesmos fluxos econômicos e populacionais, mas com condições muito diferentes de acesso a direitos e serviços públicos. O diagnóstico territorial é fundamental para orientar e fortalecer a cooperação entre prefeituras e fazer as políticas públicas chegarem primeiro aos locais onde as vulnerabilidades são mais acentudas”.



